Na altura dos acontecimentos as propriedades de liderança são adotadas em todo o mundo como um elemento chave – em administração, um bom administrador é hoje em dia, por definição, um líder. Igualmente um bom líder será também um administrador.
É possível desenvolver suas próprias habilidades como líder? SIM. Desejem desenvolve suas habilidades básicas de liderança. Ninguém pode lhe ensinar liderança, isso é algo que você deve buscar. Buscar com a experiência. Porém a experiência junto com a prática deve ser catalisada por sábias atitudes e iluminadas idéias. No momento em que a coesão desses elementos se determina, é que o resultado acontece.
Diferenças e semelhanças:
As diferenças e semelhanças entre liderança e administração. Contudo, a maioria das pessoas práticas está interessada antes de mais nada naquilo que se devem fazer, e não se isso deve ser denominado de: “liderança” ou “administração”, ou ambas as formas.
Liderança é um predicado indispensável para o administrador. E administrar implica o trato com pessoas para consumar objetivos pré-estabelecidos.
O líder cuida para que haja bom entendimento entre todos de modo que se sintam cômodos, façam a sua parte e ajudem-se mutuamente. Neste sentido, a comunicação é essencial e deve ser sempre uma via com duas mãos: saber expor e saber ouvir com atenção as idéias alheias, pois as melhores provêm sempre desse intercâmbio de opiniões que aperfeiçoa o trabalho rumo ao objetivo perseguido.
Qualidades essenciais:
Você não pode deixar de lado questões de personalidade e caráter na liderança. Existem algumas qualidades que você tem que ter.
Basicamente, você devera possuir servir exemplo, e talvez até mesmo personificar as qualidades esperadas ou requeridas em seu grupo de trabalho. A ausência disso você ficará sem credibilidade. (Incidentalmente, aqui está uma das primeiras diferenças entre líderes e administradores: este último pode ser pode ser nomeado entre outros numa hierarquia. Independente de possuir ou não as qualidades requeridas.)
Qualidades de atuação do Líder:
1- Cooperação e confiança mútua. Lideres observam os seus colaboradores e cuidam para que haja cooperação mútua. Ao detectar algum comportamento inadequado deve imediatamente adotar medidas corretivas. Comportamentos inadequados devem ser comunicados mediante uma abordagem direta, clara e objetiva.
2- Tomada de decisão onde existe a competência. As mudanças devem ser preparadas e executadas uma vez asseguradas que as competências essenciais estão garantidas. Alguns funcionários são extremamente analíticos, outros são mais generalistas, existem funções que requerem perfis específicos, o mau líder pode não entender os perfis dos funcionários e as necessidades das funções e comprometer os resultados.
3- Gerenciamento focado em resultado. Líderes centralizadores e preocupados em controlar todas as rotinas de suas áreas demonstram incapacidade de formar uma equipe competente. Formar uma equipe competente capaz de tocar a rotina de uma área deixará o líder disponível para focar nos resultados mais importantes. Bons líderes formam sucessores e estão sempre disponíveis para novos desafios.
4- Avaliação de performance contínua e clara. Prover feed back contínuo aos membros de sua equipe é característica dos líderes. Mencionar aos seus colaboradores os pontos fortes observados irá contribuir para que tais pontos se fortaleçam ainda mais, por outro lado, apontar de forma reservada as necessidades de melhora e falhas ocorridas evitará reincidências futuras e fará com que falhas do passado se transformem em aprendizado e elementos de melhoria contínua.
5- Comunicação franca. A abordagem do líder deve ser franca, direta e objetiva. O líder é assertivo. A comunicação deve ocorrer sem grandes introduções. Um líder não perde tempo e comunica francamente o que for necessário.
6- Informações compartilhadas. Hoje as grandes organizações expõem as suas visões, seus valores e metas nos murais da empresa. Dentro das áreas de uma organização os gestores devem adotar papel semelhante, não pode existir nada pior do que um colaborador participar ativamente na busca dos resultados, e depois ser ignorado pelo seu superior.
7- Trabalhando com emoções e argumentos em situações de conflito. Diversos tipos de conflito ocorrem dentro de uma área de trabalho, como problemas entre os membros da equipe ou problemas de um membro da equipe com pessoas de outras áreas. Em situações de conflito um líder deve procurar antecipar as reações e entender as emoções. Uma forma de intervir é efetuar indagações que sirvam para o colaborador controlar suas emoções e assumir comportamentos mais adequados. Exemplos de questões: Qual a conseqüência que esse problema pode acarretar? Como podemos evitar situações semelhantes no futuro?
8- Fazer uso de diversas opiniões, argumentos e diferentes culturas. A prática da democracia é difícil e todos os governos democráticos possuem defeitos, mas ainda não surgiu sistema melhor de governo. As empresas requerem a prática da democracia, mas sem abrir mão de uma liderança forte e voltada para resultados, assim considerar diferentes opiniões, argumentos e culturas enriquece o processo de tomada de decisões.
9- Comprometimento com novas idéias. Muitas grandes idéias foram consideradas ridículas quando expostas pela primeira vez. Recriar o que existe visando eficiência e eficácia, rever processos para cortar o que não agrega valor, buscar sinergias, reduzir custos, são elementos que normalmente estão atrelados às novas idéias, logo o gestor deve estar comprometido com as novas idéias. Visto que são elas que possuem o poder de transformar para melhor.
10- Identificar e destacar méritos. Certa ocasião um gerente recebeu uma carta parabenizando-o por um resultado alcançado em uma empresa onde ele havia pedido demissão há três meses, vejam até onde chegou a capacidade de reconhecer e destacar méritos do ex gestor desse gerente. Todo funcionário quer ter o seu mérito destacado. Um gestor que esconde os méritos de seus colaboradores e capitaliza somente para si os resultados estará agindo de forma individualista e sendo um mau líder. Um gestor que identifica e destaca méritos de forma justa e imparcial, propiciará a sua equipe maior comprometimento, melhorará o clima de trabalho.
11- Compartilhar e desenvolver parcerias. Desenvolver parcerias significa disposição para compartilhar responsabilidades, obrigações e méritos. Parceria é uma relação ganha-ganha onde o equilíbrio, a honestidade e a ética são elementos sempre presentes. Não há possibilidade de se tornar um líder sem compartilhar e desenvolver profundas relações de parcerias com o seu grupo de colaboradores e também com outras partes dentro e fora da empresa.
12- Comprometimento com liderança. O líder precisa ter consciência da responsabilidade que carrega e da necessidade de estar comprometido com a liderança. Um adequado comprometimento com a liderança se reflete em uma equipe forte, que trabalha motivada e que entrega resultados.
Conclusão: As competências essenciais relatadas esgotam as qualidades necessárias a um bom líder? A resposta certamente é não. A essas qualidades podemos juntar outras como: Ética, caráter e coragem. No entanto essas últimas qualidades não são apenas qualidades, mas sim pré-requisitos, não somente dos líderes, mas de todos os membros de uma equipe. Ao analisarmos os líderes em atividade notaremos que freqüentemente muitos desses atributos estão ausentes, as empresas fixam metas agressivas de crescimento, rentabilidade e outras, no entanto deveriam também medir, avaliar e buscar avanços no comportamento de seus gestores.
Qualidades de liderança – no sentido amplo:
Entusiasmo: Você consegue pensar em algum líder que não tenha entusiasmo? É muito difícil, Não é?
Integridade: Essa é a qualidade com que as pessoas acreditem em você. E confiança é essencial em todos os relacionamentos humanos – sejam profissionais ou pessoais.
Firmeza: Muitas vezes os líderes são pessoas exigentes, sendo incômodo tê-los por perto, pelo fato de seus padrões serem muito elevados. Eles São obstinados e persistentes. Líderes querem ser respeitados, mas não são necessariamente populares.
Imparcialidade: Líderes eficientes tratam seus funcionários diferentemente, porém de forma igualitária. Eles não têm favoritos. Eles são imparciais ao darem recompensas ou penalidades pelo rendimento.
Zelo: A insensibilidade não leva a bons líderes. A liderança envolve o coração, assim como a mente. Gostar do que você faz e importar-se com as pessoas é igualmente essencial.
Humildade: Uma qualidade curiosa, porém próprias dos melhores lideres. O oposto da humildade é a arrogância. Quem deseja trabalhar para um líder arrogante? Os sinais de um bom líder são o desejo de ouvir as pessoas e ausência de egocentrismo.
Confiança: Confiança é essencial. As pessoas sentem a sua presença, portanto o desenvolvimento de autoconfiança é sempre anterior ao exercício da liderança. Mas não de permita que a autoconfiança seja excessiva, que é o primeiro passo para a arrogância.
(Algumas pessoas podem questionar a inclusão da integridade nessa lista. Não houve bons líderes, assim como Adolf Hitler, ao qual falava totalmente a integridade? Sim, existe uma útil distinção entre bons lideres e lideres para o bem. Se Hitler foi ou não um bom líder é uma questão discutível. Em alguns aspectos ele foi, em outros não, mas certamente ele não foi um líder para o bem. Porém tudo isso é pouco acadêmico. Porque a liderança que não se sustenta no alicerce da integridade não permanece: sempre vai entrar em colapso, e geralmente mais cedo do que se pensa. Pois é que rege a natureza humana.
Campos de liderança:
Todos os campos da liderança – posição, conhecimento e personalidade são importantes para conseguir com que as pessoas livres e iguais cooperem e produzam grandes resultados.
Na primeira faze de sua carreira de líder, você provavelmente estará atuando num campo de trabalho claramente definido, e terá adquirido o conhecimento profissional e técnico necessário. Mas, dentro do seu campo de trabalho, as situações modificam-se todo tempo. Quanta flexibilidade você tem? Você consegue, por exemplo, liderar bem tanto no crescimento quanto na retração?
A flexibilidade necessária para permanecer no cargo em situações díspares vai muito além do que imaginamos algumas são imprevisíveis.
Quanto mais as pessoas tomarem parte nas decisões que afetam sua vida no trabalho, tanto mais estarão motivadas a cumpri-las. Isso é uma da s facetas dos que se denomina Empowerment.
Parte da idéia de dar às pessoas o poder, a liberdade e a informação que lhes permitem tomar decisões e participar ativamente da organização. A utilização de equipes auto dirigidas e a adoção de sistemas orgânicos de administração e culturas participativas e abertas nas organizações significam que estas estão tentando difundir e compartilhar o poder com todos os seus membros, abrindo mão do controle centralizado, e isto parece ser a solução viável que promove rapidez, flexibilidade e capacidade de decisão da organização.
Poder – dar poder às pessoas, delegando autoridade e responsabilidade em todos os níveis da organização. Isso significa dar importância e confiar nas pessoas, dar-lhes liberdade e autonomia de ação.
Motivação – proporcionar motivação às pessoas para incentivá-las continuamente. Isso significa reconhecer o bom desempenho, recompensar os resultados, permitir que as pessoas participem dos resultados de seu trabalho e festejem o alcance de metas.
Desenvolvimento – dar recursos às pessoas em termos de capacitação e desenvolvimento pessoal e profissional. Isso significa treinar continuamente, proporcionar informações e conhecimento, ensinar continuamente novas técnicas, criar e desenvolver talentos na organização.
Liderança - proporcionar liderança na organização. Isso significa orientar as pessoas, definir objetivos e metas, abrir novos horizontes, avaliar o desempenho e proporcionar retroação.
é impossível não o associarmos a liderança e cultura organizacional. É extremamente difícil usarmos técnicas tão eficazes e valiosas como o empowermet se temos uma cultura organizacional baseada em tomadas de decisões centralizada. É importante informar as organizações de que, delegando não há perda de poder ou liderança; pelo contrário, os processos ficam mais eficazes e os colaboradores se sentem mais úteis, fazendo parte diretamente das tomadas de decisão. A orientação e motivação dos líderes para as vantagens do empowerment é um dos primeiros passos a dar, face aos receios sobre delegação de poderes e de restrição da sua função à própria delegação. Um líder, além de delegar, tem a atribuição de criar mecanismos para que seu grupo ou equipe caminhe; proporcionar ferramentas necessárias à execução das atividades e a conclusão das tarefas e processos da sua empresa.
Comunicação:
A comunicação é irmã da liderança. Lembre-se de que ouvir é idêntico em importância. Todo mundo tem algo para contribuir com o plano e sua execução: Idéias, sugestões ou informações. O líder precisa ser um bom ouvinte.
Você pode atender as necessidades individuais ao ouvir as pessoas e reconhecer a contribuição daqueles que ajudam a alcançar os objetivos da reunião.
Princípios fundamentais para motivar seus funcionários:
Esteja você mesmo sempre motivado: Se você não estiver completamente envolvido e entusiasmado, como poderá esperar que outros estejam.
Selecione pessoas que estejam altamente motivadas: Não é fácil motivar as pessoas de má vontade. Escolha aquelas pessoas que possuam potencial de motivação em si mesma.
Estabeleça metas realistas e desafiadoras: Quanto melhor a equipe e seus membros individuais, tanto melhor eles responderam a objetos que os provoquem, contanto que os objetivos sejam realistas.
Lembre-se de que o progresso motiva: Se você nunca oferece as pessoas um feedback sobre como estão progredindo logo irão desmotivá-las.
Planeje recompensas justas: Não é fácil. Você recompensará a equipe toda, cada funcionário ou ambos? De qualquer forma sensação de recompensa injusta vai certamente contra a motivação.
Demonstre reconhecimento: Não lhe custa nada, mas o elogio e o reconhecimento baseado no desempenho são o oxigênio para o funcionário tenha cada vez mais determinação e comprometimento.
Ariano Intenso - Cinéfilo - Fã de Star Wars, Iron Maiden, fotografia, arte e cerveja.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
De como eu fiquei gago (A gênese)
Aconteceu comigo: fui contratado pelo chefe do meu chefe. No que depender de mim, nunca mais permitirei que isso aconteça em minha carreira. Uma contratação só pode dar certo quando ela parte de quem vai ser o seu chefe direto, quando ela é um desejo genuíno do sujeito para quem você vai se reportar. Quando o chefão lhe procura, a sua primeira reação é se imaginar numa situação especial, privilegiada, afinal, é o pai-de-todos que está interessado em você. A julgar pela minha experiência, no entanto, há várias grandes, imensas, profundas arapucas escondidas aí.
Depois de negociar com o chefão, fui convidado a conhecer aquele que seria o meu chefe direto. Tivemos uma série de almoços para lá de agradáveis. E eu imaginei que tudo estava bem. Não estava. Só muito mais tarde percebi que a cultura daquela empresa era militar, de uma verticalização das decisões muito forte. E meu chefe direto, em especial, era um sujeito muito sensível àquela hierarquia semi-ditatorial. (Não por acaso, estava na empresa há mais de 25 anos.) Então ele acatou a sugestão do seu chefe sem pestanejar. Em lugares assim, regidos pelo medo, qualquer insight que o chefe tem no elevador é a idéia mais brilhante de todos os tempos. Moto-contínuo, também sem pestanejar, ele decidiu que eu era uma ameaça. Mais jovem, com outra formação e com a missão oficial de trazer idéias novas, meu chefe me tomou, sei lá, como alguém que estava ali para roubar a sua cadeira - de maneira combinada com o chefão ou não. (Ele deve ter sofrido muito com isso.) Me tomou, no mínimo, como um recado indigesto de que precisava mudar, evoluir, fazer diferente. Em suma: me viu, desde o primeiro momento, como o invasor a ser batido. Riscou um xis na minha testa antes mesmo de eu assumir meu posto. Tudo na maciota, no sapatinho, na grande hipocrisia dos sorrisos construídos com ódio.
Já pensei várias vezes se eu deveria ter chegado ali com mais ímpeto. Se a minha estratégia de chegar pianinho acabou passando uma idéia de pouca solidez e de fragilidade. Já pensei várias vezes que, ao contrário, apesar da modéstia de que me revesti naquela chegada, talvez eu tivesse que lamber solas de sapato para sobreviver. Ou nem mesmo assim. Hoje penso que não importa o que tivesse feito ou deixado de fazer: meu destino já estava selado desde o início. Minha contratação havia tido um problema de origem, insolúvel. Não adiantaram todas as minhas tentativas de aproximação, para ganhar confiança, para liberar meu chefe do dia-a-dia, para que ele assumisse uma posição mais condoreira. Quis que minha presença permitisse a ele trabalhar menos. Não deu certo. Quis me posicionar como seu pupilo, para que imprimisse em mim as marcas do seu DNA, para que me enxergasse como parte da família, do time. Também não deu certo. Nada daria. Eu era um sapo que ele havia engolido. E que estava só esperando o tempo da digestão para ser devidamente expelido.
Depois de negociar com o chefão, fui convidado a conhecer aquele que seria o meu chefe direto. Tivemos uma série de almoços para lá de agradáveis. E eu imaginei que tudo estava bem. Não estava. Só muito mais tarde percebi que a cultura daquela empresa era militar, de uma verticalização das decisões muito forte. E meu chefe direto, em especial, era um sujeito muito sensível àquela hierarquia semi-ditatorial. (Não por acaso, estava na empresa há mais de 25 anos.) Então ele acatou a sugestão do seu chefe sem pestanejar. Em lugares assim, regidos pelo medo, qualquer insight que o chefe tem no elevador é a idéia mais brilhante de todos os tempos. Moto-contínuo, também sem pestanejar, ele decidiu que eu era uma ameaça. Mais jovem, com outra formação e com a missão oficial de trazer idéias novas, meu chefe me tomou, sei lá, como alguém que estava ali para roubar a sua cadeira - de maneira combinada com o chefão ou não. (Ele deve ter sofrido muito com isso.) Me tomou, no mínimo, como um recado indigesto de que precisava mudar, evoluir, fazer diferente. Em suma: me viu, desde o primeiro momento, como o invasor a ser batido. Riscou um xis na minha testa antes mesmo de eu assumir meu posto. Tudo na maciota, no sapatinho, na grande hipocrisia dos sorrisos construídos com ódio.
Já pensei várias vezes se eu deveria ter chegado ali com mais ímpeto. Se a minha estratégia de chegar pianinho acabou passando uma idéia de pouca solidez e de fragilidade. Já pensei várias vezes que, ao contrário, apesar da modéstia de que me revesti naquela chegada, talvez eu tivesse que lamber solas de sapato para sobreviver. Ou nem mesmo assim. Hoje penso que não importa o que tivesse feito ou deixado de fazer: meu destino já estava selado desde o início. Minha contratação havia tido um problema de origem, insolúvel. Não adiantaram todas as minhas tentativas de aproximação, para ganhar confiança, para liberar meu chefe do dia-a-dia, para que ele assumisse uma posição mais condoreira. Quis que minha presença permitisse a ele trabalhar menos. Não deu certo. Quis me posicionar como seu pupilo, para que imprimisse em mim as marcas do seu DNA, para que me enxergasse como parte da família, do time. Também não deu certo. Nada daria. Eu era um sapo que ele havia engolido. E que estava só esperando o tempo da digestão para ser devidamente expelido.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Conmebol oficializa e São Paulo está nas quartas da Libertadores

Entidade comunicou o clube sobre a decisão na noite desta segunda-feira. Tricolor enfrentará vencedor de Cruzeiro x Universidad do Chile SPFC - 11/5/2009 Na noite desta segunda-feira, o São Paulo Futebol Clube foi notificado oficialmente pela Confederação Sul-Americana de Futebol que está classificado às quartas-de-final da Copa Libertadores da América. A decisão da entidade máxima do futebol sul-americano se baseou na desistência das equipes mexicanas em continuar na competição, fato que foi oficializado pela Federação Mexicana apenas hoje. Desta forma, a equipe espera a definição da vaga entre Cruzeiro e Universidad do Chile para saber qual será o próximo rival na competição. As datas e horários das quartas-de-final ainda estão indefinidas.
domingo, 10 de maio de 2009
O que tira você da cama?

Essa é uma daquelas perguntas bobas que quando a gente se faz de verdade são bem difíceis de responder. Por que ela toca, matreiramente, em questões centrais: o que lhe motiva? O que lhe dá prazer? Você trabalha por que, para quê? O que traz alegria ao seu dia-a-dia? Onde você quer chegar? O que você deseja construir? O que, afinal, você está fazendo com a sua vida?
Ontem um amigo me disse que o Ronaldo Fenômeno tem estimados 250 milhões de dólares na conta bancária. O que dá uns 600 milhões de reais. Além disso, e de ter ganho quase todos os louros que alguém poderia almejar na sua profissão, ele tem dois joelhos estourados, 32 anos, uma bela barriga a perder, vários maus hábitos a mudar e uma baita pressão de todo mundo, nessa sua volta aos gramados, por tudo que ele já conquistou e por tudo que ele representa. Nós nos perguntamos então: por que ele está voltando, encarando todos esses desafios e esses sacrifícios? Afinal, o que tira o Ronaldinho da cama todo dia e o leva a enfrentar o trânsito da Marginal do Tietê até o CT do Corinthians, em São Paulo, para ralar ao lado de Jorge Henrique e de Dentinho, ao invés de ficar brincando com os filhos em Angra dos Reis? De onde vem o seu entusiasmo para viajar horas enlatado num ônibus e disputar um derby contra o Mirassol ou o Oeste?
Talvez ele esteja mirando na Copa do Mundo de 2010. Talvez ele queira encerrar a carreira na alta, deixando uma imagem melhor do que a que vinha construindo ultimamente - com contusões, escândalos, pouca produtividade, excesso de peso. Talvez ele simplesmente precise jogar futebol, como você precisa de comida para existir. Talvez ele tenha se desafiado a dar a volta por cima mais uma vez, a não se deixar vencer pela exaustão do seu corpo. Talvez ele seja viciado no assédio da imprensa, dos fãs, na paparicação dos repórteres e apresentadores de TV, em ter um estádio inteiro gritando seu nome e enlouquecendo depois de um gol dele. Talvez ele queira simplesmente mostrar a si mesmo e a todo mundo que ainda pode, que ainda não é um "ex", que tem um carreira a desenvolver.
Não sei se Ronaldo tem esse tipo de clareza quanto a sua decisão. Não sei sequer se se faz esse tipo de questionamento e se se preocupa em encontrar boas respostas para isso. Mas você e eu podemos fazer essa pergunta a nós mesmos. O que tira você da cama todo dia? Será muito esclarecedor se você conseguir chegar a bom termo nessa auscultação interna -você vai enxergar com mais clareza a si mesmo. Você se veste e toma café e sai de casa pela manhã para ganhar dinheiro, meramente? São só as suas contas e o sustento da sua família que o movem? São os projetos que você está tocando que o apaixonam? É o ambiente da empresa, as pessoas do trabalho? É o tipo de trabalho que você desenvolve - você adora o que faz? É a sensação boa de estar conectado, de fazer parte da engrenagem, de ter algo em comum - um emprego - com todos os outros? É a garantia de não precisar ficar muito tempo em casa, tendo que conviver com sua mulher ou seu marido e com as crianças?
Pensa aí. Depois me conta.
Ontem um amigo me disse que o Ronaldo Fenômeno tem estimados 250 milhões de dólares na conta bancária. O que dá uns 600 milhões de reais. Além disso, e de ter ganho quase todos os louros que alguém poderia almejar na sua profissão, ele tem dois joelhos estourados, 32 anos, uma bela barriga a perder, vários maus hábitos a mudar e uma baita pressão de todo mundo, nessa sua volta aos gramados, por tudo que ele já conquistou e por tudo que ele representa. Nós nos perguntamos então: por que ele está voltando, encarando todos esses desafios e esses sacrifícios? Afinal, o que tira o Ronaldinho da cama todo dia e o leva a enfrentar o trânsito da Marginal do Tietê até o CT do Corinthians, em São Paulo, para ralar ao lado de Jorge Henrique e de Dentinho, ao invés de ficar brincando com os filhos em Angra dos Reis? De onde vem o seu entusiasmo para viajar horas enlatado num ônibus e disputar um derby contra o Mirassol ou o Oeste?
Talvez ele esteja mirando na Copa do Mundo de 2010. Talvez ele queira encerrar a carreira na alta, deixando uma imagem melhor do que a que vinha construindo ultimamente - com contusões, escândalos, pouca produtividade, excesso de peso. Talvez ele simplesmente precise jogar futebol, como você precisa de comida para existir. Talvez ele tenha se desafiado a dar a volta por cima mais uma vez, a não se deixar vencer pela exaustão do seu corpo. Talvez ele seja viciado no assédio da imprensa, dos fãs, na paparicação dos repórteres e apresentadores de TV, em ter um estádio inteiro gritando seu nome e enlouquecendo depois de um gol dele. Talvez ele queira simplesmente mostrar a si mesmo e a todo mundo que ainda pode, que ainda não é um "ex", que tem um carreira a desenvolver.
Não sei se Ronaldo tem esse tipo de clareza quanto a sua decisão. Não sei sequer se se faz esse tipo de questionamento e se se preocupa em encontrar boas respostas para isso. Mas você e eu podemos fazer essa pergunta a nós mesmos. O que tira você da cama todo dia? Será muito esclarecedor se você conseguir chegar a bom termo nessa auscultação interna -você vai enxergar com mais clareza a si mesmo. Você se veste e toma café e sai de casa pela manhã para ganhar dinheiro, meramente? São só as suas contas e o sustento da sua família que o movem? São os projetos que você está tocando que o apaixonam? É o ambiente da empresa, as pessoas do trabalho? É o tipo de trabalho que você desenvolve - você adora o que faz? É a sensação boa de estar conectado, de fazer parte da engrenagem, de ter algo em comum - um emprego - com todos os outros? É a garantia de não precisar ficar muito tempo em casa, tendo que conviver com sua mulher ou seu marido e com as crianças?
Pensa aí. Depois me conta.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Sempre as Segundas

Há certas segundas-feiras em que dá uma preguiça de tudo. Você acorda de manhã, está friozinho, não tem sol lá fora, e o primeiro pensamento é "ah, não..." Deixa eu ficar aqui embaixo, encolhido. Deixa eu não ter que sair para enfrentar a barra do dia, para matar tantos leões, para ter de batalhar tanto por "sins", tendo que ouvir tantos "nãos". Aí você vê o mundo lá fora se mexendo e percebe que não é possível ficar parado. Que já passou o tempo de torcer para ficar doente e não ter de ir para a escola. Não há espaço para a fadiga. Nem para a fuga. Sua professora não é mais o único interlocutor a ser conquistado. Sua mãe não lhe oferece mais toda a guarida e a proteção de que você precisa na vida. Sua mulher já levantou e está vestindo as crianças para você levá-las ao colégio. Em seguida ela vai colocar uma roupa bacana (que mulher elegante, meu deus do céu, você é um homem de muita sorte) e sair para lutar a sua própria luta. Então você sai da cama, lava o rosto, faz a barba e escova os dentes olhando-se nos olhos, à frente do espelho. O dia engata a primeira marcha. Você pega no tranco. E não raro até acelera, dirige diretinho, faz curvas com rapidez e destreza, arrisca com sucesso uma ou duas ultrapassagens. Mas nem mesmo batendo o recorde da pista você é capaz de esquecer aquela modorra pegajosa, perigosa, que tomou conta de você de manhãzinha. Ela é um vulto que o persegue, como que querendo lhe dizer algo, como que sussurrando uma mensagem fundamental que você faz de tudo para não ouvir e não entender.
Nesses dias, confesso, só um bom risoto me redime.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A mania de querer agradar a todo mundo
Um clichê: unanimidade não existe. Outro clichê: toda unanimidade é burra. (Thanks, mestre. Para quem não sabe, a frase é de Nelson Rodrigues. Leia Nelson Rodrigues. Não me refiro à dramaturgia. Mas aos textos que ele publicou na imprensa, pérolas confessionais, que de alguma forma eu tento emular aqui e que estão entre as melhores páginas da literatura brasileira. Mas divago. Voltemos.) O fato é que você nunca conseguirá agradar a todo mundo. E ter essa preocupação é o caminho mais curto para a frustração e para o sofrimento. É como secar gelo. (Opa, outro clichê.) Enfim, trata-se de um esforço inútil.
Claro que você não pode usar essa percepção como um argumento íntimo para mostrar uma banana para todo mundo e viver a vida com a tecla FDS apertada no automática. É sempre bom saber olhar a si mesmo com os olhos dos outros, de vez em quando. Fazer o balanço periódico da sua visão das coisas com a visão que os outros têm delas. O que não dá é para eleger como objetivo supremo de vida ser amado por todo mundo. Primeiro, já disse, porque é impossível. Depois, e mais grave, porque isso é colocar a sua autoestima na mão dos outros. E não há risco maior. Tem gente, os predadores emocionais, que não são poucos, que faz miséria se perceber que você lhes abriu essa porta.
Eu tenho historicamente essa mania de querer agradar. É um dos meus desvãos, dos quais eu tenho consciência, e que vão me dar o trabalho de uma vida inteira para pavimentar. Então nunca convivi bem com a desaprovação alheia, com a secura e aridez dos interlocutores. Tomei muito tempo para perceber que a grande maioria dessas reações não estava sob o meu controle. E caía como um marrequinho na armadilha daquelas pessoas que usam a chantagem emocional como uma ferramenta de controle. Hoje tento fazer um triagem mais equilibrada dos feedbacks que recebo. Jamais serei aquele cara que não dá a mínima para o que os outros vão pensar, vão dizer, para como as outras pessoas vão me enxergar. Faço, quase sempre, questão de oferecer às criaturas que travam contato comigo a melhor experiência possível.
E eis o que tenho a declarar: é uma sensação muito boa depender menos da aprovação dos outros para ser feliz.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Quem são seus detratores?

Funciona assim: se uma pessoa de quem eu gosto muito gosta muito de outra pessoa, as chances de eu virar um admirador dessa outra pessoa são grandes. Assim como se alguém de quem eu quero distância gosta muito de um outro alguém, é natural que eu tenda a achar que esse outro alguém também não vale a pena.
É um exercício tremendamente interessante você prestar atenção àquelas pessoas que gostam de você no mundo do trabalho. E não só nele. Mas vamos lá. Quais são os seus aliados na empresa? Quem lembra com saudade de você nos lugares por onde você passou? O que essas pessoas têm em comum, além de simpatizarem com você? Ao enxergar as características comuns a essas pessoas, você provavelmente estará enxergando as suas próprias características. Trata-se de um espelho bastante fidedigno. Seus fãs dizem muito a seu respeito. Se essas pessoas são todas imbecis, é possível que você seja um imbecil também. Ou, ao menos, alguém que adora, ainda que inconscientemente, andar com imbecis para, no contraste, se sentir melhor, engrandecido, dono do mundo. Se seus admiradores não tiverem um pingo de caráter, é possível que você também seja bem fraco nessa área. Se forem pessoas talentosas, é possível que você pertença ao clube do talento. E assim por diante.
Da mesma foram, analise seus desafetos. Quem lhe detesta? Quem foge do contato com você? Se forem, na média, pessoas legais, bacanas, éticas, opa, páre e repense tudo. Pode ser que você esteja passando uma imagem de ser um tremendo fdp. Então decida que se é isso mesmo que você quer ser na vida. E aí acelere ou dê um cavalo de pau em sua trajetória. Agora, se a maioria absoluta dos seus detratores forem pessoas sem escrúpulos, insidiosas, malévolas, daquelas que causam um desequilíbrio na Força com o seu culto ao Dark Side, sinta-se feliz, realizado, e comemore muito nesse fim-de-semana, e nos próximos, o fato de você ter inimigos que dizem tanto ao seu favor mesmo vociferando palavras no sentido contrário e adversários que a cada gesto de agressão que realizam só fazem aproximá-lo ainda mais das pessoas que contam.
É um exercício tremendamente interessante você prestar atenção àquelas pessoas que gostam de você no mundo do trabalho. E não só nele. Mas vamos lá. Quais são os seus aliados na empresa? Quem lembra com saudade de você nos lugares por onde você passou? O que essas pessoas têm em comum, além de simpatizarem com você? Ao enxergar as características comuns a essas pessoas, você provavelmente estará enxergando as suas próprias características. Trata-se de um espelho bastante fidedigno. Seus fãs dizem muito a seu respeito. Se essas pessoas são todas imbecis, é possível que você seja um imbecil também. Ou, ao menos, alguém que adora, ainda que inconscientemente, andar com imbecis para, no contraste, se sentir melhor, engrandecido, dono do mundo. Se seus admiradores não tiverem um pingo de caráter, é possível que você também seja bem fraco nessa área. Se forem pessoas talentosas, é possível que você pertença ao clube do talento. E assim por diante.
Da mesma foram, analise seus desafetos. Quem lhe detesta? Quem foge do contato com você? Se forem, na média, pessoas legais, bacanas, éticas, opa, páre e repense tudo. Pode ser que você esteja passando uma imagem de ser um tremendo fdp. Então decida que se é isso mesmo que você quer ser na vida. E aí acelere ou dê um cavalo de pau em sua trajetória. Agora, se a maioria absoluta dos seus detratores forem pessoas sem escrúpulos, insidiosas, malévolas, daquelas que causam um desequilíbrio na Força com o seu culto ao Dark Side, sinta-se feliz, realizado, e comemore muito nesse fim-de-semana, e nos próximos, o fato de você ter inimigos que dizem tanto ao seu favor mesmo vociferando palavras no sentido contrário e adversários que a cada gesto de agressão que realizam só fazem aproximá-lo ainda mais das pessoas que contam.
Entrevista: CIO da Casas Bahia
Rede inaugurou loja virtual mais tarde que concorrentes, mas Frederico Wanderley quer na web o mesmo sucesso da rede física
Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.
InformationWeek Brasil - A Casas Bahia preparou-se durante anos para o lançamento do e-commerce. Por que a demora para entrar no comércio eletrônico?
Frederico Wanderley - Antes, a Casas Bahia não tinha interesse em entrar no e-commerce. Não porque não seria uma boa ideia, mas não era filosofia do grupo. Mas, independentemente disto, a TI estava preparando a loja. Nós queríamos fazer um projeto que fosse totalmente diferente do que existe, porque a Casas Bahia usa mainframe e precisávamos ter a mesma plataforma, e o mercado de e-commerce trabalha com plataforma baixa.
IWB - O que muda?
Wanderley - Muda muito, porque as lojas virtuais que existem no mercado estão segregadas, ou seja, estão hospedadas em um site preferencial e enxergam o depósito delas. Na loja virtual da Casas Bahia não: o processo é diferente, a enxergamos como mais uma loja dentro da nossa cadeia. A loja virtual está diretamente acessando o estoque, que não é só dela, mas da empresa como um todo. E usa também o mesmo sistema de logística.
IWB - O CRM e BI também estão acoplados?
Wanderley - Temos em todas as lojas a mesma estrutura (que inclui BI e CRM), e isto não muda no caso da virtual.
IWB - Os quatro anos que vocês demoraram fazendo o e-commerce não foi apenas a parte de TI, mas também a de planejamento negócios. O que foi mais difícil?
Wanderley - Foi justamente deixar a plataforma e o sistema prontos para entrar a parte comercial, porque esta é a mola mestra do sistema. Hoje, somos referência mundial da IBM em e-commerce, porque não existe nenhum cliente no mundo fazendo na loja virtual o que fazemos em mainframe, com banco de dados acoplado e como se fosse uma venda na loja física. E tem o diferencial de uma velocidade muito grande.
IWB - Isto se deve ao mainframe?
Wanderley - Mainframe é muito rápido, então, fornece uma resposta muito rápida ao processo e nós colocamos dois links de 100 megas somente para loja virtual. Fizemos testes de estresse e chegamos a mais de 10 mil clientes no mesmo segundo sem problemas.
IWB - Quanto a loja virtual vai representar para a casas bahia?
Wanderley - Fizemos estudos para que no ano que vem chegássemos a 2% das vendas da empresa pela loja virtual. Você pode até dizer que 2% não é nada, mas temos faturamento de R$ 14 bilhões, então, qualquer 1% é muito.
IWB - Como estão os acessos?
Wanderley - Monitoramos constantemente o acesso e percebemos que o grande volume é no horário comercial, com número maior de vendas no período da tarde. Nos 17 primeiros dias de existência, tivemos uma média diária de cerca de 70 mil a 80 mil acessos. E não fizemos propaganda ainda.
IWB - Vocês estabeleceram uma meta para o cartão Casas Bahia de 4 milhões de clientes para entrar no e-commerce?
Wanderley - Na verdade, não foi estabelecido este objetivo para entrar no e-commerce. A empresa se deu uma meta do cartão de bandeira Visa e acreditava que os 4 milhões era um patamar ideal para entrar com loja virtual.
IWB - Qual é a relação?
Wanderley - A relação é que nosso cliente é das classes C e D - e nossos cartões estão nesta faixa. Assim, você cria uma base, porque no comércio eletrônico o cartão é a base para a compra. Houve um aumento na aquisição de computadores, mas isto não foi o determinante, mesmo porque o pessoal usa o computador do trabalho.
IWB - Como está composto o investimento de R$ 3,7 milhões na loja virtual?
Wanderley - Não posso abrir esta composição, mas diria que uns R$ 3 milhões foi para tecnologia e o resto para publicidade e outros processos.
IWB - Mudando de assunto, a Casas Bahia fez alguns testes com RFID. Qual é a estratégia para a etiqueta por radiofrequência?
Wanderley - Estamos pesquisando há dois anos, fazendo o levantamento dos dados, investindo, ganhando conhecimento, buscando saber em feiras e eventos internacionais como está a adoção. Lá fora estão usando a RFID em quase sua totalidade nos pallets, mas isto não nos atenderia. Queremos fazer a administração do nosso depósito e do centro de distribuição. Então, tem de ser por item. Fizemos um projeto piloto durante a superloja no Anhembi (SP). Cada produto saía do centro de distribuição em Jundiaí (SP) com as etiquetas inteligentes e no Anhembi colocamos portais para a leitura. Começamos o projeto em 21 de novembro. As informações iam direto para nossos sistemas, para, por exemplo, fazer o controle de estoque. Conseguimos ler 95,3% das etiquetas.
IWB - O custo ainda é uma barreira para uma adoção maior?
Wanderley - O caro é relativo. A etiqueta quando começou era cara, saía em torno de US$ 2 cada, mas hoje não. Para o projeto do Anhembi, mandei buscar nos Estados Unidos e ela custou centavos de dólares. Então, US$ 0,20 é caro para controlar o estoque, desvio, informações em tempo real? Você deve levar em consideração todos os ganhos. E o pioneiro paga por isto mesmo, não tem jeito. Quanto custa você ter todo o complexo de gente para fazer o inventário demorado?
IWB - E agora qual é o próximo passo?
Wanderley - Estamos fazendo a análise da viabilidade em função do que vimos no Anhembi e vamos fazer um projeto para que todos os depósitos e lojas passem a ter RFID.
IWB - Que balanço você e a diretoria fizeram?
Wanderley - Muito positivo. A receptividade foi boa, tanto entre os funcionários como a diretoria, que gostou. Você passa a ter um controle da loja maior, faz inventário rapidamente, tem várias mudanças que são perceptíveis para qualquer funcionário. Imagina a diferença no descarregamento de caminhão: no tradicional leva duas horas e com RFID, meia hora.
IWB - No futuro, você imagina que a etiqueta virá no produto?
Wanderley - Já estamos conversando com alguns fornecedores para embarcar a etiqueta. O que é fabricação nossa - como os móveis - estamos trabalhando para sair com a etiqueta. A tendência é esta e o processo em si, irreversível. Pode levar um pouco mais de tempo agora por causa da crise mundial, que vai fazer muita gente suspender investimentos, o que eu acho uma grande maluquice, porque você tem de avaliar a tecnologia como aumento de produtividade. Mas cada empresa age como melhor achar, mas, se todo mundo começar a adotar o padrão de RIFD, será igual ao processo de código de barras.
IWB - Qual é a meta?
Wanderley - Espero em breve, dentro de um ano ou 1,5 ano, começar a ter RFID em uma boa parte de lojas e depósitos. Vamos melhorar a parte de abastecimento e definir onde colocar a etiqueta. Parece tão simples, mas tem de ter padrões e estabelecer os processos, que representam cerca de 60% do projeto de RFID. Nosso projeto engloba até a entrega na casa do cliente, com antenas no caminhão e com GPRS para dizer a posição e se está entregando certo.
IWB - Há quantos anos você está na Casas Bahia?
Wanderley - Não gosto muito de falar de minha trajetória... Dia 5 de março, completei 34 anos de empresa. Comecei na área financeira, numa quarta-feira de cinzas de 1975, imagina um pernambucano que sou, com o carnaval na veia (agora não está mais) chegando às sete horas da manhã (risos). Fiquei na área até 1992, quando a empresa extinguiu a financeira. De 1992 a 1994, assessorei seu Samuel [Klein, fundador da Casas Bahia] e, em dezembro de 1993, houve uma modificação na área de tecnologia, cujo antigo gerente havia saído, e me chamaram para assumir.
IWB - O que você conhecia de TI?
Wanderley - Nada. Eu era um grande usuário de informática. Peguei o pepino na mão na época do downsizing e nós tínhamos mainframe, que era o 3090, da IBM, um equipamento resfriado a água, parecia um computador de jogos de guerra, enorme, pesado... Entrei para tomar conta e, ao invés de fazer o downsizing, fui para o 9121, que era cem vezes mais forte que o outro. Desde então, só fomos aumentando a tecnologia no mundo de mainframe até que, hoje, temos o System z10. Temos muitas transações (saímos de 425 mil clientes, em 1994, para 16 milhões, em 2004) e precisamos de um equipamento com alto desempenho. Hoje, temos dois sites (não é site backup) trabalhando em paralelo. Tudo que existe em um tem no outro, eles trabalham juntos, com carga balanceada, concomitantemente. É altamente estabilizado.
IWB - E isto tem a ver com a tecnologia WAAS (wide area application services)?
Wanderley - O WAAS é um sistema que evita que você trafegue na rede a mesma informação várias vezes. Com isto, ganhamos velocidade. No primeiro teste de viabilidade que fizemos no atendimento do SAC, que é muito interativo e busca muitas informações, verificamos que o tempo de uma aplicação que demorava 20 segundos caiu para um segundo. E isto vale para qualquer coisa que transite pela nossa rede.
IWB - Por que a Casas Bahia é contra a terceirização?
Wanderley - A filosofia da Casas Bahia parte do princípio que somos nós que conhecemos o negócio. Os funcionários da tecnologia, por exemplo, são antigos, estão em média há 14 anos aqui. O que acontece na terceirização: você chama o consultor, mas ele não conhece o seu negócio, não entende e demora. E a Casas Bahia é muito rápida. Se tiver mudanças, tenho de fazer rapidamente. Todos os dias eu almoço com a presidência [para estar alinhado].
IWB - Como a presidência enxerga a TI?
Wanderley - Ela entende que a TI é a propulsora para atender a todo este público, por isso, que dão carta branca para investir.
IWB - De quanto é seu orçamento?
Wanderley - Não tenho definido, porque em TI você não pode ter um orçamento fixo, a tecnologia é muito rápida. Se você trabalha em cima de orçamento fixo, não parte para a tecnologia de ponta. Lógico que não vou usar qualquer tecnologia, já sei o que é bom para a empresa. Tem de ver se aumentou produtividade, melhorou os custos e a satisfação do cliente.
IWB - Você tem alguma estatística de quanto representa cair o sistema?
Wanderley - Se o sistema ficar parado por uma hora numa data como o dia das mães, que vende em torno de R$ 120 milhões, a Casas Bahia perde uns R$ 10 milhões na hora. Por isso, temos um sistema redundante, totalmente em tempo real e que trabalha independentemente, além de links de contingência com várias operadoras.
IWB - Os diretores controlam as vendas em tempo real. Como são estes painéis?
Wanderley - A Casas Bahia é uma empresa 100% tempo real. Qualquer transação que acontece temos a informação na hora. Então, os diretores vêem suas informações real time. Temos uma tela de vendas por hora, atualizada a cada segundo e que mostra as tendências do dia, se vai atingir os objetivos, quanto será o faturamento. Isto ajuda a acelerar a cobrança nos diretores e gerentes de lojas. É um sistema desenvolvido por nós e atuamos em tempo real desde 1997. Fomos fazendo com as ferramentas que existiam na época e depois melhorando.
Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.
InformationWeek Brasil - A Casas Bahia preparou-se durante anos para o lançamento do e-commerce. Por que a demora para entrar no comércio eletrônico?
Frederico Wanderley - Antes, a Casas Bahia não tinha interesse em entrar no e-commerce. Não porque não seria uma boa ideia, mas não era filosofia do grupo. Mas, independentemente disto, a TI estava preparando a loja. Nós queríamos fazer um projeto que fosse totalmente diferente do que existe, porque a Casas Bahia usa mainframe e precisávamos ter a mesma plataforma, e o mercado de e-commerce trabalha com plataforma baixa.
IWB - O que muda?
Wanderley - Muda muito, porque as lojas virtuais que existem no mercado estão segregadas, ou seja, estão hospedadas em um site preferencial e enxergam o depósito delas. Na loja virtual da Casas Bahia não: o processo é diferente, a enxergamos como mais uma loja dentro da nossa cadeia. A loja virtual está diretamente acessando o estoque, que não é só dela, mas da empresa como um todo. E usa também o mesmo sistema de logística.
IWB - O CRM e BI também estão acoplados?
Wanderley - Temos em todas as lojas a mesma estrutura (que inclui BI e CRM), e isto não muda no caso da virtual.
IWB - Os quatro anos que vocês demoraram fazendo o e-commerce não foi apenas a parte de TI, mas também a de planejamento negócios. O que foi mais difícil?
Wanderley - Foi justamente deixar a plataforma e o sistema prontos para entrar a parte comercial, porque esta é a mola mestra do sistema. Hoje, somos referência mundial da IBM em e-commerce, porque não existe nenhum cliente no mundo fazendo na loja virtual o que fazemos em mainframe, com banco de dados acoplado e como se fosse uma venda na loja física. E tem o diferencial de uma velocidade muito grande.
IWB - Isto se deve ao mainframe?
Wanderley - Mainframe é muito rápido, então, fornece uma resposta muito rápida ao processo e nós colocamos dois links de 100 megas somente para loja virtual. Fizemos testes de estresse e chegamos a mais de 10 mil clientes no mesmo segundo sem problemas.
IWB - Quanto a loja virtual vai representar para a casas bahia?
Wanderley - Fizemos estudos para que no ano que vem chegássemos a 2% das vendas da empresa pela loja virtual. Você pode até dizer que 2% não é nada, mas temos faturamento de R$ 14 bilhões, então, qualquer 1% é muito.
IWB - Como estão os acessos?
Wanderley - Monitoramos constantemente o acesso e percebemos que o grande volume é no horário comercial, com número maior de vendas no período da tarde. Nos 17 primeiros dias de existência, tivemos uma média diária de cerca de 70 mil a 80 mil acessos. E não fizemos propaganda ainda.
IWB - Vocês estabeleceram uma meta para o cartão Casas Bahia de 4 milhões de clientes para entrar no e-commerce?
Wanderley - Na verdade, não foi estabelecido este objetivo para entrar no e-commerce. A empresa se deu uma meta do cartão de bandeira Visa e acreditava que os 4 milhões era um patamar ideal para entrar com loja virtual.
IWB - Qual é a relação?
Wanderley - A relação é que nosso cliente é das classes C e D - e nossos cartões estão nesta faixa. Assim, você cria uma base, porque no comércio eletrônico o cartão é a base para a compra. Houve um aumento na aquisição de computadores, mas isto não foi o determinante, mesmo porque o pessoal usa o computador do trabalho.
IWB - Como está composto o investimento de R$ 3,7 milhões na loja virtual?
Wanderley - Não posso abrir esta composição, mas diria que uns R$ 3 milhões foi para tecnologia e o resto para publicidade e outros processos.
IWB - Mudando de assunto, a Casas Bahia fez alguns testes com RFID. Qual é a estratégia para a etiqueta por radiofrequência?
Wanderley - Estamos pesquisando há dois anos, fazendo o levantamento dos dados, investindo, ganhando conhecimento, buscando saber em feiras e eventos internacionais como está a adoção. Lá fora estão usando a RFID em quase sua totalidade nos pallets, mas isto não nos atenderia. Queremos fazer a administração do nosso depósito e do centro de distribuição. Então, tem de ser por item. Fizemos um projeto piloto durante a superloja no Anhembi (SP). Cada produto saía do centro de distribuição em Jundiaí (SP) com as etiquetas inteligentes e no Anhembi colocamos portais para a leitura. Começamos o projeto em 21 de novembro. As informações iam direto para nossos sistemas, para, por exemplo, fazer o controle de estoque. Conseguimos ler 95,3% das etiquetas.
IWB - O custo ainda é uma barreira para uma adoção maior?
Wanderley - O caro é relativo. A etiqueta quando começou era cara, saía em torno de US$ 2 cada, mas hoje não. Para o projeto do Anhembi, mandei buscar nos Estados Unidos e ela custou centavos de dólares. Então, US$ 0,20 é caro para controlar o estoque, desvio, informações em tempo real? Você deve levar em consideração todos os ganhos. E o pioneiro paga por isto mesmo, não tem jeito. Quanto custa você ter todo o complexo de gente para fazer o inventário demorado?
IWB - E agora qual é o próximo passo?
Wanderley - Estamos fazendo a análise da viabilidade em função do que vimos no Anhembi e vamos fazer um projeto para que todos os depósitos e lojas passem a ter RFID.
IWB - Que balanço você e a diretoria fizeram?
Wanderley - Muito positivo. A receptividade foi boa, tanto entre os funcionários como a diretoria, que gostou. Você passa a ter um controle da loja maior, faz inventário rapidamente, tem várias mudanças que são perceptíveis para qualquer funcionário. Imagina a diferença no descarregamento de caminhão: no tradicional leva duas horas e com RFID, meia hora.
IWB - No futuro, você imagina que a etiqueta virá no produto?
Wanderley - Já estamos conversando com alguns fornecedores para embarcar a etiqueta. O que é fabricação nossa - como os móveis - estamos trabalhando para sair com a etiqueta. A tendência é esta e o processo em si, irreversível. Pode levar um pouco mais de tempo agora por causa da crise mundial, que vai fazer muita gente suspender investimentos, o que eu acho uma grande maluquice, porque você tem de avaliar a tecnologia como aumento de produtividade. Mas cada empresa age como melhor achar, mas, se todo mundo começar a adotar o padrão de RIFD, será igual ao processo de código de barras.
IWB - Qual é a meta?
Wanderley - Espero em breve, dentro de um ano ou 1,5 ano, começar a ter RFID em uma boa parte de lojas e depósitos. Vamos melhorar a parte de abastecimento e definir onde colocar a etiqueta. Parece tão simples, mas tem de ter padrões e estabelecer os processos, que representam cerca de 60% do projeto de RFID. Nosso projeto engloba até a entrega na casa do cliente, com antenas no caminhão e com GPRS para dizer a posição e se está entregando certo.
IWB - Há quantos anos você está na Casas Bahia?
Wanderley - Não gosto muito de falar de minha trajetória... Dia 5 de março, completei 34 anos de empresa. Comecei na área financeira, numa quarta-feira de cinzas de 1975, imagina um pernambucano que sou, com o carnaval na veia (agora não está mais) chegando às sete horas da manhã (risos). Fiquei na área até 1992, quando a empresa extinguiu a financeira. De 1992 a 1994, assessorei seu Samuel [Klein, fundador da Casas Bahia] e, em dezembro de 1993, houve uma modificação na área de tecnologia, cujo antigo gerente havia saído, e me chamaram para assumir.
IWB - O que você conhecia de TI?
Wanderley - Nada. Eu era um grande usuário de informática. Peguei o pepino na mão na época do downsizing e nós tínhamos mainframe, que era o 3090, da IBM, um equipamento resfriado a água, parecia um computador de jogos de guerra, enorme, pesado... Entrei para tomar conta e, ao invés de fazer o downsizing, fui para o 9121, que era cem vezes mais forte que o outro. Desde então, só fomos aumentando a tecnologia no mundo de mainframe até que, hoje, temos o System z10. Temos muitas transações (saímos de 425 mil clientes, em 1994, para 16 milhões, em 2004) e precisamos de um equipamento com alto desempenho. Hoje, temos dois sites (não é site backup) trabalhando em paralelo. Tudo que existe em um tem no outro, eles trabalham juntos, com carga balanceada, concomitantemente. É altamente estabilizado.
IWB - E isto tem a ver com a tecnologia WAAS (wide area application services)?
Wanderley - O WAAS é um sistema que evita que você trafegue na rede a mesma informação várias vezes. Com isto, ganhamos velocidade. No primeiro teste de viabilidade que fizemos no atendimento do SAC, que é muito interativo e busca muitas informações, verificamos que o tempo de uma aplicação que demorava 20 segundos caiu para um segundo. E isto vale para qualquer coisa que transite pela nossa rede.
IWB - Por que a Casas Bahia é contra a terceirização?
Wanderley - A filosofia da Casas Bahia parte do princípio que somos nós que conhecemos o negócio. Os funcionários da tecnologia, por exemplo, são antigos, estão em média há 14 anos aqui. O que acontece na terceirização: você chama o consultor, mas ele não conhece o seu negócio, não entende e demora. E a Casas Bahia é muito rápida. Se tiver mudanças, tenho de fazer rapidamente. Todos os dias eu almoço com a presidência [para estar alinhado].
IWB - Como a presidência enxerga a TI?
Wanderley - Ela entende que a TI é a propulsora para atender a todo este público, por isso, que dão carta branca para investir.
IWB - De quanto é seu orçamento?
Wanderley - Não tenho definido, porque em TI você não pode ter um orçamento fixo, a tecnologia é muito rápida. Se você trabalha em cima de orçamento fixo, não parte para a tecnologia de ponta. Lógico que não vou usar qualquer tecnologia, já sei o que é bom para a empresa. Tem de ver se aumentou produtividade, melhorou os custos e a satisfação do cliente.
IWB - Você tem alguma estatística de quanto representa cair o sistema?
Wanderley - Se o sistema ficar parado por uma hora numa data como o dia das mães, que vende em torno de R$ 120 milhões, a Casas Bahia perde uns R$ 10 milhões na hora. Por isso, temos um sistema redundante, totalmente em tempo real e que trabalha independentemente, além de links de contingência com várias operadoras.
IWB - Os diretores controlam as vendas em tempo real. Como são estes painéis?
Wanderley - A Casas Bahia é uma empresa 100% tempo real. Qualquer transação que acontece temos a informação na hora. Então, os diretores vêem suas informações real time. Temos uma tela de vendas por hora, atualizada a cada segundo e que mostra as tendências do dia, se vai atingir os objetivos, quanto será o faturamento. Isto ajuda a acelerar a cobrança nos diretores e gerentes de lojas. É um sistema desenvolvido por nós e atuamos em tempo real desde 1997. Fomos fazendo com as ferramentas que existiam na época e depois melhorando.
Exportação de serviços TI no país atinge R$ 2,3 bilhões em 2008
O Brasil movimentou R$ 2,3 bilhões com offshore outsourcing em 2008, dos quais 93% são referentes a serviços de TI e o restante a terceirização de processos de negócios (BPO, na sigla em inglês), segundo estudo encomendado à IDC Brasil pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). De acordo com a pesquisa, os EUA foram os maiores consumidores de offshore outsourcing do país, contratando aproximadamente R$ 1,8 bilhão em serviços no período O estudo revelou ainda que projetos de desenvolvimento de sistemas, manutenção e gerenciamento de infraestrutura foram os serviços mais exportados pelo país, totalizando cifras de R$ 876 milhões, R$ 608 milhões e R$ 366 milhões, respectivamente. Já o mercado brasileiro de BPO offshore respondeu por R$ 150 milhões do total gerado. No segmento de serviços de desenvolvimento offshore a receita total foi de R$ 1,65 bilhão, sendo que as linguagens de programação Cobol e Java lideram a oferta de tecnologia, respondendo por R$ 554 milhões e R$ 345 milhões, respectivamente. De acordo a IDC, o cenário político brasileiro estável e o fortalecimento da economia demonstraram maturidade, tornando o país um destino de offshore. Mesmo com a crise, o instituto de pesquisas vê boas oportunidades para o mercado brasileiro, com potencial para suportar as exportações. Entre as vantagens do país para o offshore outsourcing, a IDC destaca o forte mercado doméstico, os incentivos do governo, o fuso horário conveniente e compatibilidade cultural.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Capitão; a nação tricolor te aguarda!

Força meu capitão!!!Na hora da adversidade só os fortes prevalecem, e você é um vencedor um espelho de luta e perseverança que nos motiva a ser sempre vencedores no que fazemos.
Tenho certeza absoluta que dará a volta por cima, não será um revés que irá derrubar um campeão como você.
Tenho certeza absoluta que dará a volta por cima, não será um revés que irá derrubar um campeão como você.
By Blog do Perrone.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
The Rime of the Ancient Mariner

A música mais longa do Iron Maiden, 13min e 35min sua letra foi inspirada no poema escrito pelo poeta inglês Samuel Taylor Coleridge entre 1797–1799, publicado na primeira edição do seu Lyrical Ballads (1798). É considerado um dos poemas mais importantes de Coleridge, que marca o início da Literatura romântica em Inglaterra.
História
A obra relata eventos sobrenaturais vivenciados por um marinheiro durante uma longa viagem pelo mar. O marinheiro pára um homem a caminho de uma cerimônia de casamento e começa a relatar sua história. A reação do convidado da cerimônia transforma-se de impaciência à fascinação com o desenrolar da história contada pelo marinheiro.
O que ele conta começa com seu barco em sua jornada. Apesar de tudo ocorrer bem no início, o barco é desviado do seu caminho durante uma tempestade e, direcionando-se ao sul, alcança a Antártica. Um albatroz aparece e guia os tripulantes para fora da Antártica. Apesar da ajuda do pássaro e do carinho que a tripulação agora tinha por ele, o marinheiro atira e mata o animal. Os outros estão irados com o marinheiro, por acharem que o albatroz havia trazido os ventos que os levaram para fora da Antártica. Entretanto, mudaram sua opinião quanto o clima se tornou mais agradável e o nevoeiro se dissipou. O crime despertou a ira dos espíritos sobrenaturais, que então passaram a perseguir o barco "a partir da terra do nevoeiro e da neve". O vento que inicialmente os levou para fora da terra da neve agora os havia levado para águas calmas. Agora eles estavam há dias parados, sem vento, e o estoque de suprimentos estava acabando.
A tripulação muda de idéia novamente, e culpa o marinheiro por sua sede ("água por todos os lados, nem uma gota para beber"). O barco então encontra um barco fantasma pelo caminho. À bordo estão "A Morte" (um esqueleto) e "O Pesadelo da Vida na Morte" (uma mulher pálida tal como morta), ambos jogando dados apostando as almas da tripulação. Eventualmente "A Morte" ganha a vida da tripulação e "A Vida na Morte" ganha a vida do marinheiro, um prêmio que ela considera mais valioso. Seu nome é um indício do destino do marinheiro: uma vida pior que a morte como punição por ter matado o albatroz.
Um a um, toda a tripulação morre, restando apenas o marinheiro, que vê por sete dias e noites a maldição nos olhos dos cadáveres de sua tripulação. Enquanto o marinheiro reza, o albatroz cai de seu ombro. Eis que, possuídos por bons espíritos, os corpos da tripulação levantam-se e guiam o barco para casa novamente, por fim afundando em um redemoinho. O único que não afunda com o barco é o marinheiro, que é avistado por um eremita na terra. Este, com a ajuda de um homem e seu filho, vai ao encontro do marinheiro em um barco. A princípio eles pensam que o marinheiro está morto, mas quando este passa a ajudar a remar o barco, seu filho se diverte com a situação dizendo que o demônio sabe remar.
Como pena por ter atirado no albatroz, o marinheiro é forçado a andar pelo mundo para contar sua história, e transmitir sua lição para quem encontrar pelo caminho.
O que ele conta começa com seu barco em sua jornada. Apesar de tudo ocorrer bem no início, o barco é desviado do seu caminho durante uma tempestade e, direcionando-se ao sul, alcança a Antártica. Um albatroz aparece e guia os tripulantes para fora da Antártica. Apesar da ajuda do pássaro e do carinho que a tripulação agora tinha por ele, o marinheiro atira e mata o animal. Os outros estão irados com o marinheiro, por acharem que o albatroz havia trazido os ventos que os levaram para fora da Antártica. Entretanto, mudaram sua opinião quanto o clima se tornou mais agradável e o nevoeiro se dissipou. O crime despertou a ira dos espíritos sobrenaturais, que então passaram a perseguir o barco "a partir da terra do nevoeiro e da neve". O vento que inicialmente os levou para fora da terra da neve agora os havia levado para águas calmas. Agora eles estavam há dias parados, sem vento, e o estoque de suprimentos estava acabando.
A tripulação muda de idéia novamente, e culpa o marinheiro por sua sede ("água por todos os lados, nem uma gota para beber"). O barco então encontra um barco fantasma pelo caminho. À bordo estão "A Morte" (um esqueleto) e "O Pesadelo da Vida na Morte" (uma mulher pálida tal como morta), ambos jogando dados apostando as almas da tripulação. Eventualmente "A Morte" ganha a vida da tripulação e "A Vida na Morte" ganha a vida do marinheiro, um prêmio que ela considera mais valioso. Seu nome é um indício do destino do marinheiro: uma vida pior que a morte como punição por ter matado o albatroz.
Um a um, toda a tripulação morre, restando apenas o marinheiro, que vê por sete dias e noites a maldição nos olhos dos cadáveres de sua tripulação. Enquanto o marinheiro reza, o albatroz cai de seu ombro. Eis que, possuídos por bons espíritos, os corpos da tripulação levantam-se e guiam o barco para casa novamente, por fim afundando em um redemoinho. O único que não afunda com o barco é o marinheiro, que é avistado por um eremita na terra. Este, com a ajuda de um homem e seu filho, vai ao encontro do marinheiro em um barco. A princípio eles pensam que o marinheiro está morto, mas quando este passa a ajudar a remar o barco, seu filho se diverte com a situação dizendo que o demônio sabe remar.
Como pena por ter atirado no albatroz, o marinheiro é forçado a andar pelo mundo para contar sua história, e transmitir sua lição para quem encontrar pelo caminho.
Agora veja a letra composta por Steve Harris, 8ª música do albúm Powersave:
Hear the rime of the Ancient Mariner
See his eyes as he stops one of three
Mesmerises one of the wedding guests
Stay here and listen to the nightmares
of the sea.
And the music plays on, as the bride passes by
Caught by his spell and
the Mariner tells his tale.
Driven south to the land of the snow and ice
To a place where nobody's been
Through the snow fog flies on the albatross
Hailed in God's name,
hoping good luck it brings.
And the ship sails on, back to the north
Through the fog and ice and
the albatross follows on
The mariner kills the bird of good omen
His shipmates cry against what he's done
But when the fog clears, they justify him
And make themselves part of the crime.
Sailing on and on and North across the sea
Sailing on and on and North 'til all is calm.
The albatross begins with its vengeance
A terrible curse a thirst has begun
His shipmates blame the bad luck on the Mariner
About his neck, the dead bird is hung.
And the curse goes on and on and on at sea,
And the thirst goes on and on for them and me.
Day after day, day after day,
we stuck nor breath nor motion
As idle as a painted ship upon a painted ocean
Water, water everywhere and
all the boards did shrink
Water, water everywhere nor any drop to drink.
There, calls the Mariner,
there comes a ship over the line
But how can she sail with no wind
in her sails and no tide.
See...onward she comes
Onward she nears, out of the sun
See...she has no crew
She has no life, wait but there's two
Death and she life in Death,
they throw their dice for the crew
She wins the Mariner and he belongs to her now.
Then...crew one by one
They drop down dead, two hundred men
She...She, Life in Death,
She lets him live, her chosen one.
"One after one by the star dogged moon,
too quick for groan or sigh
Each turned his face with a ghastly pang,
and cursed me with his eye
Four times fifty living men
(and I heard nor sigh nor groan),
with heavy thump, a lifeless lump,
they dropped down one by one."
The curse it lives on in their eyes
The Mariner he wished he'd die
Along with the sea creatres
But they lived on, so did he.
And by the light of the moon
He prays for their beauty not doom
With heart he blesses them
God's creatures all of them too
Then the spell starts to break
The albatross falls from his neck
Sinks down like lead into the sea
Then down in falls comes the rain.
Hear the groans of the long dead seamen
See them stir and they start to rise
Bodies lifted by good spirits
None of them speak
and they're lifeless in their eyes.
And revenge is still sought, penance starts again
Cast into a trance and the nightmare carries on.
Now the curse is finally lifted
And the Mariner sights his home
Spirits go from the long dead bodies
Form their own light and
the Mariner's left alone.
And then a boat came sailing towards him
It was a joy he could not believe
The pilots boat, his son and the hermit.
Penance of life will fall onto Him.
And the ship sinks like lead into the sea
And the hermit shrieves the Mariner of his sins.
The Mariner's bound to tell of his story
To tell his tale wherever he goes
To teach God's word by his own example
That we must love all things that God made.
And the wedding guest's a sad and wiser man
And the tale goes on and on and on.
See his eyes as he stops one of three
Mesmerises one of the wedding guests
Stay here and listen to the nightmares
of the sea.
And the music plays on, as the bride passes by
Caught by his spell and
the Mariner tells his tale.
Driven south to the land of the snow and ice
To a place where nobody's been
Through the snow fog flies on the albatross
Hailed in God's name,
hoping good luck it brings.
And the ship sails on, back to the north
Through the fog and ice and
the albatross follows on
The mariner kills the bird of good omen
His shipmates cry against what he's done
But when the fog clears, they justify him
And make themselves part of the crime.
Sailing on and on and North across the sea
Sailing on and on and North 'til all is calm.
The albatross begins with its vengeance
A terrible curse a thirst has begun
His shipmates blame the bad luck on the Mariner
About his neck, the dead bird is hung.
And the curse goes on and on and on at sea,
And the thirst goes on and on for them and me.
Day after day, day after day,
we stuck nor breath nor motion
As idle as a painted ship upon a painted ocean
Water, water everywhere and
all the boards did shrink
Water, water everywhere nor any drop to drink.
There, calls the Mariner,
there comes a ship over the line
But how can she sail with no wind
in her sails and no tide.
See...onward she comes
Onward she nears, out of the sun
See...she has no crew
She has no life, wait but there's two
Death and she life in Death,
they throw their dice for the crew
She wins the Mariner and he belongs to her now.
Then...crew one by one
They drop down dead, two hundred men
She...She, Life in Death,
She lets him live, her chosen one.
"One after one by the star dogged moon,
too quick for groan or sigh
Each turned his face with a ghastly pang,
and cursed me with his eye
Four times fifty living men
(and I heard nor sigh nor groan),
with heavy thump, a lifeless lump,
they dropped down one by one."
The curse it lives on in their eyes
The Mariner he wished he'd die
Along with the sea creatres
But they lived on, so did he.
And by the light of the moon
He prays for their beauty not doom
With heart he blesses them
God's creatures all of them too
Then the spell starts to break
The albatross falls from his neck
Sinks down like lead into the sea
Then down in falls comes the rain.
Hear the groans of the long dead seamen
See them stir and they start to rise
Bodies lifted by good spirits
None of them speak
and they're lifeless in their eyes.
And revenge is still sought, penance starts again
Cast into a trance and the nightmare carries on.
Now the curse is finally lifted
And the Mariner sights his home
Spirits go from the long dead bodies
Form their own light and
the Mariner's left alone.
And then a boat came sailing towards him
It was a joy he could not believe
The pilots boat, his son and the hermit.
Penance of life will fall onto Him.
And the ship sinks like lead into the sea
And the hermit shrieves the Mariner of his sins.
The Mariner's bound to tell of his story
To tell his tale wherever he goes
To teach God's word by his own example
That we must love all things that God made.
And the wedding guest's a sad and wiser man
And the tale goes on and on and on.
Tradução:
Ouça a história do velho marinheiro
Veja seus olhos enquanto ele para um de cada três
Hipnotiza um dos convidados do casamento
Fique ali e ouça sobre os pesadelos dos mares
E a música toca, enquanto a noiva passa por perto
Cativada pelo seu encanto e o marinheiro conta sua história
Levado ao sul da terra da neve e gelo
Para um lugar onde ninguém esteve
Atravessando as tempestades de neve voava um albatroz
Gritou em nome de deus, esperança de boa sorte ele trazia
E o navio navegava de volta ao norte
Através do nevoeiro e gelo e o albatroz o seguia
O marinheiro matou o pássaro da boa nova
Seus companheiros gritaram contra o que ele havia feito
Mas quando o nevoeiro sumiu eles o perdoaram
E se tornaram parceiros de crime
Navegando e navegando para o norte através do mar
Navegando e navegando para o norte
Até que tudo estivesse calmo
O albatroz começou a sua vingança
Uma terrível maldição, uma sede começou
Os companheiros culpam o marinheiro pela má sorte
Sobre seu pescoço é pendurado o pássaro morto
E a maldição prossegue no mar
E a maldição prossegue para eles e eu
Dia após dia, dia após dia,
Estamos parados, sem vento e sem movimento
Tão parados como um navio pintado em um oceano pintado
Água, água para todo lado e toda a comida se foi
Água, água por todo lado, e nem uma gota para beber
Então gritou o marinheiro
Lá vem uma embarcação no horizonte
Mas como ele pode navegar
Sem vento e sem correntes?
Veja... ela vem em frente
Ela está se aproximando, vindo do sol
Veja, ela não tem tripulação
Ela não tem vida, espere, mas há dois
A morte e ela, a morte em vida
Jogaram os dados para a tripulação
Ela ganhou o marinheiro e ele pertence a ela agora
Então a tripulação, um a um, caíram mortos,
Duzentos homens
Ela, ela, morte em vida
Ela o deixou viver, o seu escolhido
Um a um, sobre a lua rodeada de estrelas
Rápido demais para gemer ou suspirar
Cada um virou seu rosto atormentado
E me amaldiçoou com seu olhar
Quatro vezes cinqüenta homens
(e eu não ouvi suspiro ou gemido)
Pesadamente, um vulto sem vida,
Eles caíram um em um
A maldição prosseguia nos seus olhares
O marinheiro desejou ter morrido
Juntamente com as criaturas do mar
Mas elas vivem, e ele também
E sobre a luz da lua
Ele reza para seus futuros horríveis
De coração ele as abençoa
Criaturas de deus, a todas elas também
Então o feitiço começa a se quebrar
O albatroz cai de seu pescoço
Afunda como chumbo no mar
Então cai a chuva
Escute os gemidos dos marinheiros mortos a tempo
Veja eles se moverem e começarem a levantar
Corpos levantados por bons espíritos
Nenhum deles fala e eles não tem vida em seus olhos
E a vingança ainda continua, provação começa de novo
Preso em um transe o pesadelo continua
Agora finalmente a maldição terminou
E o marinheiro avista sua casa
Espíritos saem dos corpos mortos a tanto tempo
Formam sua própria luz e o marinheiro é deixado só
E então um bote vem velejando de encontro a ele
Era uma alegria, ele não podia acreditar
O comandante do barco, seu filho e o ermitão
Pena de vida cairá sobre ele
E o navio afunda como chumbo no mar
E o ermitão perdoa o marinheiro de seus pecados
O marinheiro é destinado a contar sua história
A contar esta estória onde quer que vá
A ensinar a palavra de deus através de seu exemplo
Que nós devemos amar todas as coisas que deus fez
E o convidado do casamento é um homem mais triste e sábio
E a história continua e continua.
Veja seus olhos enquanto ele para um de cada três
Hipnotiza um dos convidados do casamento
Fique ali e ouça sobre os pesadelos dos mares
E a música toca, enquanto a noiva passa por perto
Cativada pelo seu encanto e o marinheiro conta sua história
Levado ao sul da terra da neve e gelo
Para um lugar onde ninguém esteve
Atravessando as tempestades de neve voava um albatroz
Gritou em nome de deus, esperança de boa sorte ele trazia
E o navio navegava de volta ao norte
Através do nevoeiro e gelo e o albatroz o seguia
O marinheiro matou o pássaro da boa nova
Seus companheiros gritaram contra o que ele havia feito
Mas quando o nevoeiro sumiu eles o perdoaram
E se tornaram parceiros de crime
Navegando e navegando para o norte através do mar
Navegando e navegando para o norte
Até que tudo estivesse calmo
O albatroz começou a sua vingança
Uma terrível maldição, uma sede começou
Os companheiros culpam o marinheiro pela má sorte
Sobre seu pescoço é pendurado o pássaro morto
E a maldição prossegue no mar
E a maldição prossegue para eles e eu
Dia após dia, dia após dia,
Estamos parados, sem vento e sem movimento
Tão parados como um navio pintado em um oceano pintado
Água, água para todo lado e toda a comida se foi
Água, água por todo lado, e nem uma gota para beber
Então gritou o marinheiro
Lá vem uma embarcação no horizonte
Mas como ele pode navegar
Sem vento e sem correntes?
Veja... ela vem em frente
Ela está se aproximando, vindo do sol
Veja, ela não tem tripulação
Ela não tem vida, espere, mas há dois
A morte e ela, a morte em vida
Jogaram os dados para a tripulação
Ela ganhou o marinheiro e ele pertence a ela agora
Então a tripulação, um a um, caíram mortos,
Duzentos homens
Ela, ela, morte em vida
Ela o deixou viver, o seu escolhido
Um a um, sobre a lua rodeada de estrelas
Rápido demais para gemer ou suspirar
Cada um virou seu rosto atormentado
E me amaldiçoou com seu olhar
Quatro vezes cinqüenta homens
(e eu não ouvi suspiro ou gemido)
Pesadamente, um vulto sem vida,
Eles caíram um em um
A maldição prosseguia nos seus olhares
O marinheiro desejou ter morrido
Juntamente com as criaturas do mar
Mas elas vivem, e ele também
E sobre a luz da lua
Ele reza para seus futuros horríveis
De coração ele as abençoa
Criaturas de deus, a todas elas também
Então o feitiço começa a se quebrar
O albatroz cai de seu pescoço
Afunda como chumbo no mar
Então cai a chuva
Escute os gemidos dos marinheiros mortos a tempo
Veja eles se moverem e começarem a levantar
Corpos levantados por bons espíritos
Nenhum deles fala e eles não tem vida em seus olhos
E a vingança ainda continua, provação começa de novo
Preso em um transe o pesadelo continua
Agora finalmente a maldição terminou
E o marinheiro avista sua casa
Espíritos saem dos corpos mortos a tanto tempo
Formam sua própria luz e o marinheiro é deixado só
E então um bote vem velejando de encontro a ele
Era uma alegria, ele não podia acreditar
O comandante do barco, seu filho e o ermitão
Pena de vida cairá sobre ele
E o navio afunda como chumbo no mar
E o ermitão perdoa o marinheiro de seus pecados
O marinheiro é destinado a contar sua história
A contar esta estória onde quer que vá
A ensinar a palavra de deus através de seu exemplo
Que nós devemos amar todas as coisas que deus fez
E o convidado do casamento é um homem mais triste e sábio
E a história continua e continua.
É por essa e outras que Iron é a melhor banda do mundo.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Iron Maiden, Heavy Metal, História, Cultura e emoção!

Em uma das músicas lendárias do Iron Maiden, "Aces High" sua introdução nada mais é que um discurso de Winston Churchill (Estadista britânico, gênio militar, historiador, prêmio Nobel de Literatura e estrategista geopolítico. O homem certo no lugar certo na hora certa. Assim podemos definir Winston Churchill (1874-1965), que no suposto crepúsculo de sua vida política tornou-se o líder de um Reino Unido em guerra de vida ou morte ante um inimigo poderoso. Em seus eletrizantes discursos irradiados pela BBC conclamou os ingleses a resistir e nunca, nunca se renderem ao totalitarismo nazi-fascista. O Império resistiu e a ele juntou-se o mais formidável aliado, os Estados Unidos da América (v. comunidade Franklin Roosevelt) em torno do qual as Nações Unidas extirparam a ameaça hitlerista. Esse grupo é uma homenagem a Churchill, considerado o maior estadista britânico de todos os tempos, que deixou ao mundo além de sua obra política, o legado literário de "Memórias da Segunda Guerra Mundial" e a "História dos Povos de Língua Inglesa".)...
Durante a 2ª Guerra, momentos antes do o imenso ataque aéreo realizado pelas tropas alemães, no intuito de devastar a RAF (força aérea britânica) e bombardear Londres, (retratado no filme "A Batalha Britânica"), Churchill foi às rádios falar para a nação britânica na Câmara dos Comuns em em 4 de Junho de 1940, durante os ataques da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial: . Segue abaixo um trecho do discurso.
"...We shall go on to the end, we shall fight in France, we shall fight onthe seas and the oceans, we shall fight with growing confidence and growingstrength in the air, we shall defend our Island, whatever the cost may be.We shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, weshall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills. And, we shall never surrender..."
Tradução: "
...Nós iremos até o fim. Nós lutaremos na França, lutaremos nos marese oceanos, lutaremos com companheirismo e força cada vez maior noar, defenderemos nossa ilha, a qualquer custo.Lutaremos nas praias, lutaremos nas áreas de pouso, lutaremosnos campos e nas ruas, nós lutaremos nas colinas. E, nós nunca nosrenderemos!"
É por isso é muito mais que...
Up the irons!!!
sexta-feira, 20 de março de 2009
Algumas canções do Iron e seus significados
O nome "Iron Maiden" foi tomado do filme "The Man in The Iron Mask"."Where Eagles Dare" é baseada no filme de mesmo nome com Clint Eastwood e Richard Burton. O livro é de Alistair MacLean, fala de uma missão em que os aliados (Inglaterra) deveriam derrotar o eixo (Alemanha nazista)
Existem uma série de três ou quatro músicas concatenadas, gravadas em épocas distintas mas que falam do mesmo personagem, uma prostituta chamada Charlote. "Charlotte The Harlot", "22, Acacia Avenue". Alguns dizem que "Hooks In You" e "From Here To Eternity" são continuações.
"Run To The Hills" conta a história do massacre dos nativos americanos pelos cara-pálidas de ambos os pontos de vista. A primeira parte da música conta o lado dos índios. A segunda parte conta o lado dos soldados.
"The Number Of The Beast" foi inspirada pelo filme "Omen II" (A Profecia II).
"Children Of The Damned" foi inspirada pelo filme de mesmo nome.
"Murders In The Rue Morgue" é baseada no conto policial de Edgar Allen Poe com o mesmo nome.
"Bring Your Daughter...To The Slaughter" é vagamente baseado no poema "To Coy His Mistress."
"Still Life" é sobre um cara que se sente atraido como um lago, olha faces no lago, tem pesadelos sobre isso e emfim salta e leva sua desafortunada namorada com ele. É inspirada pelo romance de Ramsey Campbell "The Inhabitant of The Lake."
"Quest For Fire", foi inspirada pelo filme de mesmo nome.
"Sun And Steel" fala sobre Miyamoto Musashi, um legendário espadachim japonês. A letra faz referências ao livro de Musashi's "A Book Of Five Rings." A primeira luta de Musashi foi com a idade de 13 anos, quando ele (destreinado) supostamene derrotou seu oponente, um guerreiro samurai, matando-o com uma vara. Aos 16 teve sua segunda luta, e matou este oponente também. O verso "Through Earth and Water, Fire and Wind, you came at last, Nothing was the end" é uma referência ao "Book Of Five Rings." Musashi também escreveu seu livro em 5 seções (livros): Earth, Water, Fire, Wind e Void (vazio). "You make your cut by Fire and Stones, take you and your blade, break you both in two". O "corte de fogo e pedra" é um movimento que Musashi descreve no livro anteriormente mencionado, capaz realmente de partir em dois o oponente e sua lâmina. Também, de acordo com o livro "Kenjutsu: The Japanese Art of Swordsmanship" de Charles Daniel, Musashi morreu de causas naturais aos 61 anos. No filme "American Samurai" o nome de Musashi é citado pelo vilão do filme como um mestre que matou mais de 60 inimigos em um único combate antes de se considerar um guerreiro perfeito.
"To Tame A Land" é baseada na novela "Duna" de Frank Herbert. A canção aparentemente deveria se intitular "Dune" e Steve pretendia usar uma citação falada do livro como introdução. Por questão de cortesia eles pediram permissão ao agente de Frank Herbert, e a resposta veio do próprio Herbert: "Não. porque Frank Herbert não gosta de bandas de rock, particularmente bandas de heavy rock e especialmente bandas como o Iron Maiden." Mesmo informado de que a banda achava que seria uma boa divulgação do livro "Duna" e tudo mais, Frank Herbert disse que se o Iron Maiden continuasse com isso iriam ser processados.
"Hallowed Be Thy Name" é sobre alguém com apenas algumas horas de vida sobrando.
"The Trooper" é baseada na guerra da Criméia entre ingleses e russos. A abertura tenta recriar o galope de cavalos em uma carga de brigada. Baseada no romance "Charge of the Light Brigade" de Lord Alfred Tennyson.
"Rime Of The Ancient Mariner", como muitos sabem, é um épico (a música mais longa do Maiden, 13:45), baseada no poema de mesmo nome escrito por Samuel Taylor Coleridge (leitura obrigatória em muitas aulas de literatura inglesa).
"Invaders" é sobre as invasões de Vikings na Inglaterra.
"The Loneliness Of The Long Distance Runner" tomou seu título do livro de mesmo título escrito por Robert Heinlein.
"Moonchild" é o nome de um livro de Aleister Crowley, o mais proeminente mágico cerimonial deste século, com a pior reputação. As letras da música do Maiden são baseadas em algumas partes do Liber Samekh de Crowley.
"The Evil That Men Do" tomou seu título de uma citação de Shakespeare. A citação é "The evil that men do lives on after them, But the good is oft interred with their bones." O mal que os homens fazem vivem após eles, mas o bem é enterrado com os seus ossos. Isso é uma fala de Marco Antonio no soliloquio em "Julio Cesar."
"Run Silent Run Deep" é baseado no filme de mesmo nome.
"Bring Your Daughter...To The Slaughter" foi escrita durante o projeto solo de Bruce para o filme Nightmare On Elm Street Part V, no Brasil, A Hora do Pesadelo ou Pesadelo em Elm Street (com Freddy Kruegger).
"Prowler" é aparentemente sobre um cara que caça e retalha mulheres enquanto se masturba ao mesmo tempo.
"Weekend Warrior" é (possivelmente) sobre brigas de torcidas de jogos de futebol no fim de semana, especialmente sobre os 'hooligans'.
"Holy Smoke" é sobre a bobagem dos televangelistas e suas visões e opiniões bizarras.
"The Prisoner" é baseada na série inglesa de TV com o mesmo nome dos anos 60, estrelada por Patrick McGoohan. Na série, um agente secreto britânico abandona o serviço secreto e é preso assim que chega em casa. Ele acorda em um lugar chamado "The Village" onde as pessoas têm o seu nome trocado por números. Ele é o Número Seis e os números se tornam menores à medida que se é promovido na hierarquia. O Número Um manda no lugar.
"Back In The Village" também tem algo a ver com a série The Prisoner.
"Stranger In A Strange Land" é sobre uma expedição que se perdeu no Polo Norte. Seus corpos foram encontrados perfeitamente preservados na neve. Adrian encontrou um dos sobreviventes e isso inspirou o Maiden a escrever a canção.
"Man On The Edge" parece ser baseado no filme "Falling Down" estrelado por Michael Douglas.
"The Edge Of Darkness" é baseado no livro de Joseph Conrad "Heart Of Darkness" em que o filme "Apocalypse Now" é baseado.
"Sign Of The Cross" é baseada no livro "The Name Of The Rose" de Umberto Eco. Existe também um filme de mesmo nome estrelado por Sean Connery (no Brasil, O Nome da Rosa). "Eleven saintly shrouded men who came to wash my sins away" se refere à santa inquisição.
"Lord Of The Flies" é baseado na novela de mesmo nome de William Golding.
domingo, 15 de março de 2009
Sábado, 14 de Março de 2009 - Inesquecível.
Acordei pela manhã, descansado de mais uma jornada semanal do trabalho, faculdade e rotinas normais.
Fui arrumar algumas coisas em casa, coisas estas que o tempo me permite fazê-las somente nos finais de semana. Enquanto ordenava algumas coisas no silencio de um sábado parcialmente nublado, resolvi ouvir algo, fucei na gavetas de CD´S e encontrei:
A Matter Of Life And Death, do Iron Maiden.
Botei o som pra rolar e entre uma cavalgada e outra das guitarras, me lembrei do o show que seria dali algumas horas, a turnê Somewhere back in Time...
Mas eu estava decidido a não ir, pois tinha acabado de voltar de férias e todas a minhas economias estavam comprometidas, mas ouvindo aquele som que contagia desde os meus 12 anos de idade, como poderia perder algo que estaria tão próximo de mim.
Entrei com pressa na página que esteve vendendo os ingressos por semanas, para comprar em cima da hora e ligar o foda-se, afinal Iron é Iron.
Não estavam vendendo mais...
Somente direto bilheteria da Apoteose, então fui “voando”, entrei no metrô e a cada estação que passava minhas unhas sangravam de tanta ansiedade.
Desci na estação Praça Onze, e corri até a porta de entrada da Apoteose, quando um Segurança disse á um rapaz que a bilheteria ficava ao oposto daquele quarteirão, então corri em meio de carros, ônibus e motocicletas para chegar e finalmente comprei!!!
Mas os portões se abririam dali umas três horas, mas voltei pra casa pra descansar um pouco e me preparar para um dos momentos mas inesquecíveis de minha vida.
Sai de casa umas 18h130, o show começaria as 21h30...
No metrô novamente aquela multidão de T-shirt´s pretas seguindo o mesmo rumo que eu...
Entrei na Apoteose com uma leve garoa que ajudava a encher meu copo de cerveja, enquanto isso eu já estava “comendo” os cigarros, minhas unhas já não existem mais...
Entra em cena, quer dizer no palco Lauren Harris, nada mais que filha de Steve Harris, Lauren, abriu o show para o pai às 20:00 e por meia hora, tocou sete músicas.
Finalmente entra para cravar na historia, com uma pontualidade britânica – IRON MAIDEN.
Duas horas de show, uma performance ímpar e um público fiel finalizou este meu dia que com certeza foi...
Inesquecível.
Ao fim do espetáculo voltei pra casa radiante, leve como se meu corpo fosse só alma... desci na ultima estação do metrô que não poderia ter um nome diferente:
“Cantagalo”.
Em tempo: Em 2011 tem mais, com álbum novo.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Golpe de marketing?
Nos últimos dias o mundo do futebol foi, nas palavras dos grandes órgãos de cobertura, "sacudido" por um grande "golpe de marketing": O clube do Parque São Jorge havia "comprado?" o atacante Ronaldinho, aquele, o mais gordinho que o outro Ronaldinho. Bom, nunca vi a palavra "golpe" ser tão bem empregada. Afinal que houve um golpe, houve, mas vejamos, quem levou o tal golpe? Talvez tenha sido o bom senso, talvez nós adoradores do futebol, mas o maior golpe quem vai sentir será a torcida do referido clube, afinal, só pra começo de conversa, não foi o time que comprou o jogador, mas sim o contrário, pois o jogador terá parte da renda do clube, que já tem um gasto enorme alugando estádio alheio, e receberá 80% do valor auferido dos novos contratos de patrocinadores do clube, além do que a camisa do clube terá mais espaço tomado por propaganda, ficando muito parecida à essas dos clubes de divisões inferiores. Dirá o amigo leitor, e alvi-negro que o seja: "Pura inveja!" Pois bem, se é assim que vocês nomeiam ficção, chamando-a de "golpe de marketing", então peço licença para mostrar um verdadeiro "golpe" de marketing, seria fácil colocar uma camisa 6-3-3 do São Paulo na Madonna e fazê-la desfilar por alguns metros na cidade de São Paulo, o suficiente ao menos para que a flagrassem e exibissem a foto com os dizeres: "Madonna flagrada na saída do Hotel com camisa exclusiva 6-3-3 do São Paulo". Com certeza o Tricolor do Morumbi e sua fornecedora de uniformes venderia milhões dessas camisas. Mas o marketing de um time vencedor é outro. O marketing do São Paulo é ser CAMPEÃO, o resto? ... é golpe!quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Kiss se apresenta no Brasil, diz jornal
O Kiss irá fazer dois shows em solo brasileiro em abril, informou a coluna da jornalista Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. De acordo com o veículo, a banda norte-americana se apresenta em São Paulo no dia 7, e no Rio de Janeiro na data seguinte.A edição de janeiro da Rolling Stone Brasil traz uma entrevista com o "linguarudo" baixista Gene Simmons. Clique aqui para ler um trecho.No site oficial, a banda confirma uma apresentação na Argentina, no dia 5 de abril. Atualmente, os integrantes trabalham em um álbum de inéditas, sucessor de Psycho Circus. A turnê do disco passou pelo Brasil em 1999.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
DAS PERGUNTAS
Sempre estamos muito ocupados em procurar respostas que consideramos importantes para compreender o sentido da vida. É muito mais importante viver plenamente, e deixar que o próprio tempo se encarregue de nos revelar os segredos de nossa existência. Se estamos ocupados demais em encontrar um sentido, não deixamos a natureza atuar, e nos tornamos incapazes de ler os sinais de Deus.Em um remoto bar da Espanha, perto de uma cidade chamada Obite, existe um cartaz escrito por seu dono:
“Justamente quando consegui encontrar todas as respostas mudaram todas as perguntas”.
20/01/2009
Posse de Obama, anivesário do meu velho pai, feriado municipal de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro, todo mundo na praia (talvez)...
... e eu aqui no escritório, trabalhando feito um cavalo!
sábado, 17 de janeiro de 2009
Iron Maiden - Rio de Janeiro 14/03/2009 EU VOU
Acredito que não há mais ninguém mais ansioso que eu para esse show do Iron, estou contando os dias para presenciar a banda de heavy metal que mais amo neste planeta botar a multidão a loucura no dia 19 de março, será mais que um presente de aniversário para mim é claro!!! O show ocorrerá no Praça da Apoteose, Rio de Janeiro
Data: 14/03/2009 (Sábado)
Informações adicionais
Horário de abertura dos portões: 17h
Horário do show: 21:30h
Sinopse
Dando sequência à turnê internacional Somewhere back in time, o Iron Maiden volta ao Brasil. A nova vinda da banda ao país marca a primeira passagem do Iron Maiden pela capital do país, Brasília, pela cidade de Manaus, e também por Recife. Também marca o retorno aos palcos cariocas após cinco anos de ausência.
Data: 14/03/2009 (Sábado)
Informações adicionais
Horário de abertura dos portões: 17h
Horário do show: 21:30h
Sinopse
Dando sequência à turnê internacional Somewhere back in time, o Iron Maiden volta ao Brasil. A nova vinda da banda ao país marca a primeira passagem do Iron Maiden pela capital do país, Brasília, pela cidade de Manaus, e também por Recife. Também marca o retorno aos palcos cariocas após cinco anos de ausência.
Pista Premium Inteira - RJ
R$ 350,00
Pista Premium Meia - RJ
R$ 175,00
R$ 175,00
Pista Inteira RJ
R$ 190,00
Pista Meia RJ
R$ 95,00
Obs.: Na compra de meia-entrada, é obrigatória a apresentação do documento de comprovação do direito à meia-entrada no acesso ao evento.
R$ 95,00
Obs.: Na compra de meia-entrada, é obrigatória a apresentação do documento de comprovação do direito à meia-entrada no acesso ao evento.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Tricolor Paulista apresenta seus reforços para a temporada 2009 no estilo europeu
Washington, Renato Silva, Wagner Diniz, Eduardo Costa, Junior Cesar e Arouca entram em campo e vestem a camisa do time no CT da Barra FundaO São Paulo começou a temporada 2009 com a apresentação dos seis reforços em estilo europeu. No centro de um dos campos do CT da Barra Funda, o diretor de futebol, João Paulo de Jesus Lopes, e o vice de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva, entregaram as camisas aos novos contratados: Washington ficou com a 9, Arouca ganhou a 11, Eduardo Costa, agora dono da 8, Wagner Diniz, com a 2, Junior Cesar, com a 6 e Renato Silva, com a 14.
Sem moleza, os reforços já começaram a trabalhar e fizeram um treino físico com o restante do elenco tricolor. A torcida do São Paulo fez bonito, compareceu em peso à reapresentação e fez muito barulho.
Fonte:
Carolina Elustondo e Paula Ab São Paulo
Enfim, o futebol de 2009 começa hoje!
Atenção Brasil: Chamada Geral!Dia 12 de janeiro começa OFICIALMENTE a temporada de futebol no país. É hoje que se reapresenta o único clube tri mundial invicto e hexacampeão brasileiro sem nenhum tipo de contestação. O clube soberano no cenário brasileiro.
Sabem de cor quem é, não é?
Isso mesmo, sem nenhuma hipocrisia mas com uma grande dose de realidade nua e crua: Sem o São Paulo não há futebol, não há brilho, não há nada para se ver na TV, se comentar nos botecos e se debater nas ”Mesas Redondas” da vida.
Torcedores adversários: Obrigado pela atenção dispensada!
Agora vamos conversar entre tri-hexas o que realmente interessa: É hoje que a nação do Maior do Mundo espalhada por todo o planeta verá oficialmente metade dos novos contratados vestindo a camisa mais amedrontadora do cenário nacional (e para alguns frequeses, do cenário mundial). Washington, Renato Silva e Eduardo Costa serão oficialmente apresentados como tricolores nesta segunda, enquanto Junior Cesar, Arouca e Wagner Diniz terão a honra ÚNICA de fazerem parte da nação que mais cresce do Brasil nesta terça, dia 13.
Imaginem a alegria e o ALÍVIO desses caras quando vestirem pela primeira vez em suas vidas a camisa mais forte do Brasil. É, sem dúvidas, um sonho realizado na vida de cada um. Simplesmente eles chegaram ao topo do topo da elite do futebol.
É o Maior do Mundo inovando mais uma vez com o revezamento 3×3 de apresentações para o semestre. Acho que fizeram isso para não chamar muito a atenção nem para humilhar o resto. É o tricolor sem frescura e alarde, mas com reforços que realmente contribuirão para deixar o elenco ainda mais forte. Enquanto eles param para pagar o pedágio, a gente mete um ”Sem Parar” e se manda!
Não será surpresa se o São Paulo em breve contar com mais um reforço neste início de temporada. No momento somente especulações mas pelas coisas que acontecem no clube acredito que alguém deve vir. Assim que eu souber quem é (e não quem pode ser) eu prometo que direi aqui!
Falando da apresentação, alguns torcedores planejam ir na frente do CT para festejar o início do ano do futebol. É uma atitude bem positiva. Nós aqui vamos acompanhar a apresentação, saudar nossos novos contratados e desejá-los apenas “boa sorte”. Só isso mesmo porque estrutura, profissionalismo, pontualidade no recebimento dos salários e ambição de títulos eles terão de sobra nestes próximos meses.
Agora sim, o futebol finalmente começou de forma oficial no Brasil: SEM PARAR!
BEM VINDOS AO ANO DE 2009!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Desculpem-nos pelos transtornos, estamos em obras.
A torcida do São Paulo encontrou uma maneira engraçada e original para festejar a inesperada reação da equipe, que chegou a ter 11 pontos a menos que o então líder Grêmio após a derrota por 1 a 0, em Porto Alegre, logo na primeira rodada do segundo turno do Campeonato Brasileiro. Mas, a partir daquele jogo, o Tricolor alcançou 16 jogos de invencibilidade, assumiu a liderança há quatro partidas e agora está muito próximo de conquistar o hexacampeonato brasileiro (o primeiro tricampeonato consecutivo).domingo, 9 de novembro de 2008
Portuguesa 2×3 São Paulo - Superação, garra, amor, fé e… sorte!
Jogaço no Canindé!Em mais uma partida para cardíacos, com direito a tudo que o belo Campeonato Brasileiro 2008 tem, o MAIOR DO MUNDO sai vencedor no último minuto de jogo e segue firme e forte na liderança, apesar do pênalti escandaloso, claro e indiscutível em cima de Rodrigo no segundo tempo e que não foi assinalado pelo árbitro.
Casa praticamente cheia para o Maior do Mundo e a Portuguesa. Com grande maioria de torcedores tricolores e, segundo o diretor Carlos Augusto Barros e Silva, até com presença de diretores róseos em um dos camarotes lusos, os dois times entraram em campo com objetivos diferentes: O São Paulo para se manter na liderança do campeonato e a Lusa para fugir do rebaixamento do campeonato.
O primeiro tempo foi muito bem disputado e ligeiramente melhor para o tricolor, que teve oportunidades mais claras no setor ofensivo. A Portuguesa começou pressionando muito e testando a defesa tricolor mas, aos oito minutos de jogo valeu a bola parada de Jorge Wagner e, principalmente, o faro matador de Borges que aproveitou a entregada de bola do goleiro lusitano para abrir o placar.
A Lusa pressionou mas, totalmente atrapalhada, não oferecia perigo para o sistema defensivo do Maior do Mundo. Miranda era soberano lá atrás e Zé Luis segurava bem o meio-campo marcador. O problema do São Paulo eram os seus alas. Embora perigoso nas bolas paradas, Jorge Wagner não marcava direito na defesa e Joílson não passava de um esforçado no lado direito. A Lusa aproveitou essa falha crônica do ano e, numa bela jogada (contando com um vacilo de André Dias) empatou num belo gol de Jonas, sem chances para o maior goleiro do planeta.
Mas o GIGANTE não iria para o vestiário desta maneira. Borges (novamente ele) desempata no finalzinho do primeiro tempo com uma bela ajuda de Dagoberto, outro que jogou muito hoje. Fazia tempo que eu não via uma tabelinha de ataque do São Paulo. Fim do primeiro tempo e 2×1 para o tricolor. Bela movimentação e uma boa participação coletiva do time.
Veio o segundo tempo e, com ele, a Portuguesa com um ímpeto maior. O São Paulo estava irreconhecível, principalmente na marcação, afrouxada no início das jogadas adversárias. O empate era uma questão de tempo pois o time não acertava um contra-ataque sequer e era pressionado cada vez mais. Porém, uma jogada crucial poderia ter determinado uma maior tranquilidade ao tricolor SE NÃO FOSSE a arbitragem: Rodrigo foi derrubado na área pelo goleiro e nada foi marcado. PÊNALTI CLAMOROSO, INDISCUTÍVEL, ESCANDALOSO!!! Pela “primeira vez” no futebol e em sua história a Portuguesa foi beneficiada pelo juíz e, logo em cima do São Paulo. Cadê os conspirólogos de plantão?
De tanto martelar, a Portuguesa chegou ao empate anunciado. Jonas (mais uma vez ele) aproveitou uma bobeada coletiva da zaga tricolor e, sozinho dentro da pequena área, toca de cabeça para o fundo das redes. Mais uma vez igualdade no placar. Aos 28 minutos de jogo.
Mas, O GIGANTE não iria sair do Canindé sem a vitória. Não mesmo! Aos 42″, em um escanteio muito bem cobrado por Dagol, Zé Luis (aquele que, depois de uma séria contusão cervical tinha medo de cabeçear) saltou mais alto que qualquer ser humano e fuzilou para o fundo do gol, para delírio inebriante da massa tricolor. A Portuguesa ainda teve chance clara para empatar mas Edno, aquele que sonha com o Maior do Mundo, caprichosamente tocou a bola no travessão da meta de Rogério Ceni. Sorte a nossa, oras!
Não havia tempo para mais nada. Num belíssimo jogo o tricolor mais uma vez correspondeu, apesar de não ter jogado tudo que pode. Foi a vitória da insistência, da superação, da sorte, da garra, do amor e da paixão. Vitória de time que sabe o que quer!
Mais um detalhe negativíssimo para a torcida louca e descarada anti-São Paulo do MULLER no pay per view. O ex-camisa 7 tricolor e um dos maiores ídolos do clube parecia o presidente da LEÕES DA FABULOSA (organizada da Lusa) comentando o jogo. Os gols do São Paulo eram falhas da Portuguesa, os gols da lusa eram ovacionados… Teve a pachorra de não ver pênalti em Rodrigo e ainda disse que o terceiro gol tricolor estava impedido. Ainda bem que voltou atrás após a chamada de atenção do locutor no replay. Muito resignado com o Maior do Mundo!
O São Paulo se reapresenta na terça-feira às dez da manhã focado na próxima partida diante do Figueirense no Morumbi, desta vez sem André Dias, suspenso pelo terceiro amarelo. Em compensação Hugo volta. E ele fez falta hoje. É hora do foco total e irrestrito no campeonato brasileiro. Sem festa, sem acreditar na imprensa, que diz que o time está com “pinta de campeão” (prefiro ser campeão a ter pinta de campeão).
É hora de secar os adversários! Principalmente aquele que gosta de jogar na base do extra-campo (mala branca e etc).
Sem pressa, rumo ao hexa!
Sáb, 08/11/08
por daniel perrone
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Sempre respeite os "mais velhos"
Rio de Janeiro, 6 out (EFE).- Um candidato à Prefeitura do município de Dom Cavati, em Minas Gerais, venceu as eleições deste domingo por ser mais velho que seu adversário, informou hoje o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).A decisão foi tomada após o prefeito Pedro Euzébio Sobrinho, o Pedrinho (PT), candidato à reeleição, e Jair Vieira (DEM) empatarem na apuração com 1.919 votos cada um, segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).Para casos como este a lei eleitoral prevê que o candidato mais velho seja declarado vencedor, o que favoreceu Vieira, de 73 anos, enquanto Pedrinho tem 42.Dom Cavati tem 11 mil habitantes e 4.345 eleitores, dos quais 196 votaram em branco ou anularam o voto, e 311 se abstiveram.Segundo o TRE-MG, esta é a primeira vez em 20 anos que uma votação para prefeito fica empatada no estado. EFE joc/wr/fal
Fonte: último Segundo.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/10/06/candidato_a_prefeito_em_minas_gerais_vence_por_ser_mais_velho_que_adversario_1979796.html
Fonte: último Segundo.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2008/10/06/candidato_a_prefeito_em_minas_gerais_vence_por_ser_mais_velho_que_adversario_1979796.html
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Aniversário do meu amigo Léo Melo
Leo Melo das noitadas, Leo Melo das altas gatas...Leo Melo falador, Leo Melo da paz e amor...
Leo Melo da alegria, Leo Melo da mitomania...
Leo Melo pedinte e do “é o seguinte”...
Leo Melo de Copacabana, que anda com Chico Treva, Chuchu e Bacana...
Leo Melo cara de pau e da total prioridade....
Leo Melo aniversariante que a cada dia desenvolve...
Faça-nos um favor:
Nos peço biscoito agora só em 2009.
Clayton (Bonnon)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
OPINIÃO | S. PAULO 2X0 FLAMENGO

Seg, 15/09/08
por daniel perrone
http://colunas.globoesporte.com/danielperrone/
Ainda com diversas falhas no posicionamento em campo, mas superando tudo com garra e muita vontade, o Maior do Mundo ganhou das bonecas no Morumbi e deu um passo importante na caminhada pelas primeiras colocações da tabela; o famoso G4.
O time foi 42 pontos e só não ocupa a quarta colocação por ter uma vitória a menos que o Botafogo. O pulso ainda pulsa!
O Morumbi teve um bom público nesta tarde de domingo. A torcida tricolor ameaçou a semana inteira não comparecer devido a desconfiança em cima do time “acéfalo” de 2008, mas acabou chegando em bom número principalmente nas arquibancadas azuis, que ficaram superlotadas na metade do primeiro tempo, com muita gente chegando atrasada. As únicas exceções foram por parte da ausência das torcidas organizadas na arquibancada laranja (lamentável!) e, o que é normal, a irrisória presença de público na arquibancada vermelha, destinada geralmente a aquele torcedor que só gosta de “ir na boa”, geralmente em finais de campeonato ou quando o tricolor já encomendou as faixas.
O adversário também veio em um bom número, o que abrilhantou ainda mais o espetáculo. Para mim o bom comparecimento da torcida do Flamengo é uma forma saudável de medir forças com o clube que mais cresce no Brasil e que tem sido o bicho papão de títulos dos últimos anos. Uma enorme e legítima manifestação de respeito com o São Paulo Futebol Clube e a reciprocidade da torcida do São Paulo foi a mesma demonstração de respeito ao clube carioca. Faz bem para o futebol brasileiro!
OBS: Diretoria do São Paulo e Flamengo; queremos retribuição da gentileza no Maracanã num próximo Brasileiro. Principalmente quando o torcedor tricolor abraçar o time.
O jogo
A boa vitória de hoje pode ser resumida em uma palavra: FOCO.
Parece que a semana de treinos e cobranças internas fez bem ao grupo, que entrou ligadíssimo na partida, desde o primeiro minuto de jogo. O São Paulo veio num 3-5-2, com Jorge Wagner e Zé Luis nas alas, para inibir o avanço dos alas flamenguistas, grande trunfo do time de Caio Júnior. Quando avançavam, Zé e JW eram supridos pelos três zagueiros, principalmente Miranda, que se tornou um autêntico lateral marcador. O meio ficou a cargo do voluntarioso Jean, com Hernanes responsável pela saída de bola e Hugo com a criação das jogadas. Dagoberto, que entrara no lugar de Borges (vetado), fazia dupla de ataque com André Lima.
A partida começou com muito empenho e atenção do time tricolor. Quem estava no estádio, como eu, podia perceber uma nítida mudança de atitude em campo. FOCO! O time jogava e não deixava o adversário jogar, como nos dois anos passados. Embora com mesmos defeitos de criação de sempre (pelas alas e pelo meio), o São Paulo compensava pela atitude e pela marcação forte. Isso que a torcida gosta e que fez o tricolor mandar completamente no jogo. Não é que o Flamengo jogou mal. O São Paulo é que não deixou o Flamengo jogar. Elementar!
O primeiro tempo foi equilibrado, com uma leve superioridade do São Paulo, mas tecnicamente fraco pelo erro de passes de ambas as equipes. Hernanes estava desligado e sobrecarregava Jean na saída de bola. O meio também não conseguia completar os lances, mas JW e Hugo (apesar de errarem bastante) estavam mais dispostos que nos três últimos empates que nos custaram 6 pontos jogados fora.
No final do primeiro tempo, em um bom cruzamento de Zé Luis, a bola sobrou para Dagoberto que empurrou para as redes. Vitória parcial merecida mas ainda sem muito brilho. Não podemos nos esquecer que o tricolor está acéfalo!
Veio o segundo tempo e parece que o gol no finzinho da primeira etapa atordoou as bonecas. O São Paulo aproveitos e teve chance de matar o jogo logo no início com André Lima que chutou bizonhamente uma ótima assistência de Zé Luis. André, nunca mais perca um gol destes; você quase enfartou alguns torcedores! O time estava ainda melhor em campo, lutando para fechar o jogo e podia ter metido de quatro nos rubro-negros se não fosse o lance de André Lima, somado a um pênalti no Dagol e ainda duas boas defesas de Bruno.
O adversário teve uma única chance de empatar o jogo, que complicaria muito as ambições tricolores. Mas aí temos o melhor goleiro do Brasil agarrando quando se mais precisa. Uma defesa com os pés a queima roupa na pequena área, sem direito a rebote selou as pretenções do adversário de hoje. Marcelinho Paraíba deve estar até agora se lamentando…
De tanto insistir, até de certa forma lentamente (muitas vezes culpa da falta de ritmo de jogo de Hernanes), o Maior do Mundo acabou dando o golpe de misericórdia nas bonecas. Hernanes aciona Zé Luis na direita e, com mais um grande cruzamento, o lateral improvisado coloca a bola com açúcar na cabeça do próprio Hugo que, dentro da pequena área, se antecipa a Fábio Luciano e fecha a conta da nova freguesia. À partir daí tudo ficou muito mais fácil. O tricolor gastou a bola para desespero do time e da torcida adversária até o seu final, com gritos de “olé” e de “Cabañas”, o pesadelo de 10 entre 10 flamenguistas. A tal pressão adversária, tão decantada em prosa e verso nesta semana, não aconteceu. Ficou todo mundo quietinho nas arquibancadas, principalmente depois do gol de Dagoberto.
Boa atuação em um jogo marcado pela lealdade das duas equipes, mas não vamos nos iludir. O São Paulo ainda tem falhas, muito mais motivacionadas pela falta de peças de qualidade em alguns setores de campo, principalmente na criação. Mas valeu pela garra, raça, vontade e atitude dentro das quatro linhas. O São Paulo estava devendo uma atuação assim. A torcida sabe que o time é limitado e acéfalo mas, tudo que ela sempre pediu foi essa atitude. FOCO.
Por falar em foco, nosso objetivo ainda é o G4. Por isso não adiantará nada essa vitória se voltarmos a ter atuações medíocres e ficarmos perdendo pontos fora de casa. Será que o Muricy terá que ligar esse time toda semana? Se for para vencer, que seja assim então.
O próximo jogo é uma pedreira. O Sport, grande matador de galinhas, tem um time certinho e é muito forte na Ilha do Retiro. Já que não vamos contar com a nossa diretoria neste ano, mais uma vez peço para os jogadores uma coisa somente: FOCO e atitude dentro de campo. Vai ser muito difícil, principalmente se o time der novamente um passo para trás.
FOCO! É só isso que a torcida pede para este time de 2008!
Saudações tricolores!
Sem pressa, rumo ao Hexa!
Nota dos personagens da partida:
Rogério Ceni A defesa a queima roupa no segundo tempo foi determinante para a vitória tricolor, pois aconteceu num momento crucial da partida. É por isso que todos tem goleiro, mas só nós temos Rogério. E ainda tem alguns acéfalos que querem aposentá-lo prematuramente. Nota: 9,0
André Dias Muita segurança na defesa, tranquilo em campo. Nota: 8,0
Rodrigo Cumpriu muito bem seu papel, às vezes cobrindo Zé Luis no lado direito. Nota: 8,0
Miranda Sem sombra de dúvida o melhor zagueiro da atualidade e um grande reforço para estes últimos jogos. Além de jogar muito lá atrás, anulou Léo Moura quando fazia as vezes de marcador da ala direita do Flamengo. Nota: 10,0
Zé Luis Um dos grandes nomes do jogo. Apesar de não ser lateral, sua entrada em campo foi importante não só pelos cruzamentos dos dois gols (e um que André Lima perdeu bizonhamente) mas também para colocar o ala Juan, destaque do Brasileirão, no bolso. Vejam a nota do ala rubro-negro no site Globoesporte.com entendam o que eu estou falando. Nota: 10,0
Jorge Wagner Ainda anda errando muitos passes e cruzamentos, mas teve uma atitude diferente das últimas partidas. Mostrou disposição, ora atuando na ala, ora avançando pelo meio. Nota: 6,5
Jean Cumpriu bem o seu papel, ficando sobrecarregado em alguns momentos na saída de bola, que não é seu ponto forte. Tomou o terceiro cartão por essa sobrecarga e não enfrenta o Leão, no Recife. Nota: 7,5
Hernanes Jogou bem abaixo do que pode produzir, talvez por ter ficado um bom tempo parado na seleção. Errou passes bobos. Nota: 5,5
Hugo É isso aí, Hugo. Tudo que o São Paulo quer de você é que você tenha atitude e mais disposição em campo. Hoje você jogou com inteligência e disposição. O segundo gol foi boa parte mérito seu. É isso que queremos ver você fazendo! Nota: 9,0
Dagoberto Esse cara tem que ser titular do ataque são-paulino pela dedicação e entrega em campo. Só o Muricy não vê isso e Dagol só foi para o jogo porque Borges foi vetado. O gol foi um prêmio pela insistência. Valeu, Dagoberto! Nota: 9,0
André Lima Cumpriu bem o papel de pivô, distribuindo bolas para os jogadores mas pecou no momento em que mais se precisa dele: A cara do gol. Nota: 5,5
Éder Luiz Entrou no final e pouco fez. Deveria ter entrado antes, pois o contra-ataque era todo nosso! Sem nota.
Muricy Ramalho Parece que o puxão de orelha durante a semana funcionou. Armou o time com o que tinha de melhor, isso é, com Richarlyson no banco. Zé Luis é o que temos de melhor na ala, apesar de não ser ala. Tem jogadores, como JW e Hugo, que parecem funcionar na base do chicote, então chicote neles! Só não gostei do Éder Luis ter entrado no finalzinho. O jogo estava todo para os contra-golpes tricolores. No mais, parabéns! Só que tem que manter esse ritmo. Nota: 8,0 (muito ajudado pelo corte de Borges)
Trio de arbitragem Gosto do estilo dele, que não apita qualquer choque. Mas hoje, na minha opinião, deixou de marcar um penalti para o Maior do Mundo, em cima de Dagoberto.
Torcida tricolor A torcida até que respondeu bem a provocação das bonecas. Mas, tirando a azul, que são os torcedores que comparecem sempre, os outros setores deixaram a desejar. As organizadas precisam se organizar para levar mais gente no seu setor e as vermelhas, geralmente destinadas a torcida “bolacha” e “de final” precisa de um incentivo. Que tal aquele setor ter preços especiais? Isso incentivaria aqueles torcedores esporádicos e de menor renda. Taí a idéia!
Bonecas Não temos nada contra vocês. É legal ver a presença de um bom público nos nossos saudáveis confrontos e isso ajuda o tão combalido futebol brasileiro. Não adiantou alguns fla-internautas forçarem a barra aqui no Blog do Maior do Mundo porque torcida pode até ajudar, mas não é ela que ganha jogo. A partida se ganha dentro de campo e fatores como o momento e a camisa também pesam. O momento nosso neste jogo estava melhor. Valeu pela pilha no meio da semana, mas tô sentindo cheiro de uma freguesia por aí… grande abraço e até 2009!
por daniel perrone
http://colunas.globoesporte.com/danielperrone/
Ainda com diversas falhas no posicionamento em campo, mas superando tudo com garra e muita vontade, o Maior do Mundo ganhou das bonecas no Morumbi e deu um passo importante na caminhada pelas primeiras colocações da tabela; o famoso G4.
O time foi 42 pontos e só não ocupa a quarta colocação por ter uma vitória a menos que o Botafogo. O pulso ainda pulsa!
O Morumbi teve um bom público nesta tarde de domingo. A torcida tricolor ameaçou a semana inteira não comparecer devido a desconfiança em cima do time “acéfalo” de 2008, mas acabou chegando em bom número principalmente nas arquibancadas azuis, que ficaram superlotadas na metade do primeiro tempo, com muita gente chegando atrasada. As únicas exceções foram por parte da ausência das torcidas organizadas na arquibancada laranja (lamentável!) e, o que é normal, a irrisória presença de público na arquibancada vermelha, destinada geralmente a aquele torcedor que só gosta de “ir na boa”, geralmente em finais de campeonato ou quando o tricolor já encomendou as faixas.
O adversário também veio em um bom número, o que abrilhantou ainda mais o espetáculo. Para mim o bom comparecimento da torcida do Flamengo é uma forma saudável de medir forças com o clube que mais cresce no Brasil e que tem sido o bicho papão de títulos dos últimos anos. Uma enorme e legítima manifestação de respeito com o São Paulo Futebol Clube e a reciprocidade da torcida do São Paulo foi a mesma demonstração de respeito ao clube carioca. Faz bem para o futebol brasileiro!
OBS: Diretoria do São Paulo e Flamengo; queremos retribuição da gentileza no Maracanã num próximo Brasileiro. Principalmente quando o torcedor tricolor abraçar o time.
O jogo
A boa vitória de hoje pode ser resumida em uma palavra: FOCO.
Parece que a semana de treinos e cobranças internas fez bem ao grupo, que entrou ligadíssimo na partida, desde o primeiro minuto de jogo. O São Paulo veio num 3-5-2, com Jorge Wagner e Zé Luis nas alas, para inibir o avanço dos alas flamenguistas, grande trunfo do time de Caio Júnior. Quando avançavam, Zé e JW eram supridos pelos três zagueiros, principalmente Miranda, que se tornou um autêntico lateral marcador. O meio ficou a cargo do voluntarioso Jean, com Hernanes responsável pela saída de bola e Hugo com a criação das jogadas. Dagoberto, que entrara no lugar de Borges (vetado), fazia dupla de ataque com André Lima.
A partida começou com muito empenho e atenção do time tricolor. Quem estava no estádio, como eu, podia perceber uma nítida mudança de atitude em campo. FOCO! O time jogava e não deixava o adversário jogar, como nos dois anos passados. Embora com mesmos defeitos de criação de sempre (pelas alas e pelo meio), o São Paulo compensava pela atitude e pela marcação forte. Isso que a torcida gosta e que fez o tricolor mandar completamente no jogo. Não é que o Flamengo jogou mal. O São Paulo é que não deixou o Flamengo jogar. Elementar!
O primeiro tempo foi equilibrado, com uma leve superioridade do São Paulo, mas tecnicamente fraco pelo erro de passes de ambas as equipes. Hernanes estava desligado e sobrecarregava Jean na saída de bola. O meio também não conseguia completar os lances, mas JW e Hugo (apesar de errarem bastante) estavam mais dispostos que nos três últimos empates que nos custaram 6 pontos jogados fora.
No final do primeiro tempo, em um bom cruzamento de Zé Luis, a bola sobrou para Dagoberto que empurrou para as redes. Vitória parcial merecida mas ainda sem muito brilho. Não podemos nos esquecer que o tricolor está acéfalo!
Veio o segundo tempo e parece que o gol no finzinho da primeira etapa atordoou as bonecas. O São Paulo aproveitos e teve chance de matar o jogo logo no início com André Lima que chutou bizonhamente uma ótima assistência de Zé Luis. André, nunca mais perca um gol destes; você quase enfartou alguns torcedores! O time estava ainda melhor em campo, lutando para fechar o jogo e podia ter metido de quatro nos rubro-negros se não fosse o lance de André Lima, somado a um pênalti no Dagol e ainda duas boas defesas de Bruno.
O adversário teve uma única chance de empatar o jogo, que complicaria muito as ambições tricolores. Mas aí temos o melhor goleiro do Brasil agarrando quando se mais precisa. Uma defesa com os pés a queima roupa na pequena área, sem direito a rebote selou as pretenções do adversário de hoje. Marcelinho Paraíba deve estar até agora se lamentando…
De tanto insistir, até de certa forma lentamente (muitas vezes culpa da falta de ritmo de jogo de Hernanes), o Maior do Mundo acabou dando o golpe de misericórdia nas bonecas. Hernanes aciona Zé Luis na direita e, com mais um grande cruzamento, o lateral improvisado coloca a bola com açúcar na cabeça do próprio Hugo que, dentro da pequena área, se antecipa a Fábio Luciano e fecha a conta da nova freguesia. À partir daí tudo ficou muito mais fácil. O tricolor gastou a bola para desespero do time e da torcida adversária até o seu final, com gritos de “olé” e de “Cabañas”, o pesadelo de 10 entre 10 flamenguistas. A tal pressão adversária, tão decantada em prosa e verso nesta semana, não aconteceu. Ficou todo mundo quietinho nas arquibancadas, principalmente depois do gol de Dagoberto.
Boa atuação em um jogo marcado pela lealdade das duas equipes, mas não vamos nos iludir. O São Paulo ainda tem falhas, muito mais motivacionadas pela falta de peças de qualidade em alguns setores de campo, principalmente na criação. Mas valeu pela garra, raça, vontade e atitude dentro das quatro linhas. O São Paulo estava devendo uma atuação assim. A torcida sabe que o time é limitado e acéfalo mas, tudo que ela sempre pediu foi essa atitude. FOCO.
Por falar em foco, nosso objetivo ainda é o G4. Por isso não adiantará nada essa vitória se voltarmos a ter atuações medíocres e ficarmos perdendo pontos fora de casa. Será que o Muricy terá que ligar esse time toda semana? Se for para vencer, que seja assim então.
O próximo jogo é uma pedreira. O Sport, grande matador de galinhas, tem um time certinho e é muito forte na Ilha do Retiro. Já que não vamos contar com a nossa diretoria neste ano, mais uma vez peço para os jogadores uma coisa somente: FOCO e atitude dentro de campo. Vai ser muito difícil, principalmente se o time der novamente um passo para trás.
FOCO! É só isso que a torcida pede para este time de 2008!
Saudações tricolores!
Sem pressa, rumo ao Hexa!
Nota dos personagens da partida:
Rogério Ceni A defesa a queima roupa no segundo tempo foi determinante para a vitória tricolor, pois aconteceu num momento crucial da partida. É por isso que todos tem goleiro, mas só nós temos Rogério. E ainda tem alguns acéfalos que querem aposentá-lo prematuramente. Nota: 9,0
André Dias Muita segurança na defesa, tranquilo em campo. Nota: 8,0
Rodrigo Cumpriu muito bem seu papel, às vezes cobrindo Zé Luis no lado direito. Nota: 8,0
Miranda Sem sombra de dúvida o melhor zagueiro da atualidade e um grande reforço para estes últimos jogos. Além de jogar muito lá atrás, anulou Léo Moura quando fazia as vezes de marcador da ala direita do Flamengo. Nota: 10,0
Zé Luis Um dos grandes nomes do jogo. Apesar de não ser lateral, sua entrada em campo foi importante não só pelos cruzamentos dos dois gols (e um que André Lima perdeu bizonhamente) mas também para colocar o ala Juan, destaque do Brasileirão, no bolso. Vejam a nota do ala rubro-negro no site Globoesporte.com entendam o que eu estou falando. Nota: 10,0
Jorge Wagner Ainda anda errando muitos passes e cruzamentos, mas teve uma atitude diferente das últimas partidas. Mostrou disposição, ora atuando na ala, ora avançando pelo meio. Nota: 6,5
Jean Cumpriu bem o seu papel, ficando sobrecarregado em alguns momentos na saída de bola, que não é seu ponto forte. Tomou o terceiro cartão por essa sobrecarga e não enfrenta o Leão, no Recife. Nota: 7,5
Hernanes Jogou bem abaixo do que pode produzir, talvez por ter ficado um bom tempo parado na seleção. Errou passes bobos. Nota: 5,5
Hugo É isso aí, Hugo. Tudo que o São Paulo quer de você é que você tenha atitude e mais disposição em campo. Hoje você jogou com inteligência e disposição. O segundo gol foi boa parte mérito seu. É isso que queremos ver você fazendo! Nota: 9,0
Dagoberto Esse cara tem que ser titular do ataque são-paulino pela dedicação e entrega em campo. Só o Muricy não vê isso e Dagol só foi para o jogo porque Borges foi vetado. O gol foi um prêmio pela insistência. Valeu, Dagoberto! Nota: 9,0
André Lima Cumpriu bem o papel de pivô, distribuindo bolas para os jogadores mas pecou no momento em que mais se precisa dele: A cara do gol. Nota: 5,5
Éder Luiz Entrou no final e pouco fez. Deveria ter entrado antes, pois o contra-ataque era todo nosso! Sem nota.
Muricy Ramalho Parece que o puxão de orelha durante a semana funcionou. Armou o time com o que tinha de melhor, isso é, com Richarlyson no banco. Zé Luis é o que temos de melhor na ala, apesar de não ser ala. Tem jogadores, como JW e Hugo, que parecem funcionar na base do chicote, então chicote neles! Só não gostei do Éder Luis ter entrado no finalzinho. O jogo estava todo para os contra-golpes tricolores. No mais, parabéns! Só que tem que manter esse ritmo. Nota: 8,0 (muito ajudado pelo corte de Borges)
Trio de arbitragem Gosto do estilo dele, que não apita qualquer choque. Mas hoje, na minha opinião, deixou de marcar um penalti para o Maior do Mundo, em cima de Dagoberto.
Torcida tricolor A torcida até que respondeu bem a provocação das bonecas. Mas, tirando a azul, que são os torcedores que comparecem sempre, os outros setores deixaram a desejar. As organizadas precisam se organizar para levar mais gente no seu setor e as vermelhas, geralmente destinadas a torcida “bolacha” e “de final” precisa de um incentivo. Que tal aquele setor ter preços especiais? Isso incentivaria aqueles torcedores esporádicos e de menor renda. Taí a idéia!
Bonecas Não temos nada contra vocês. É legal ver a presença de um bom público nos nossos saudáveis confrontos e isso ajuda o tão combalido futebol brasileiro. Não adiantou alguns fla-internautas forçarem a barra aqui no Blog do Maior do Mundo porque torcida pode até ajudar, mas não é ela que ganha jogo. A partida se ganha dentro de campo e fatores como o momento e a camisa também pesam. O momento nosso neste jogo estava melhor. Valeu pela pilha no meio da semana, mas tô sentindo cheiro de uma freguesia por aí… grande abraço e até 2009!
Vocalista do Iron Maiden pilota vôo de turistas 'abandonados'
Bruce Dickinson ajudou turistas que ficaram sem vôo após falência de companhia.
O vocalista do grupo de rock Iron Maiden, Bruce Dickinson, pilotou dois aviões que trouxeram turistas britânicos de volta para casa no final de semana, depois que uma companhia aérea faliu e deixou centenas de passageiros sem vôo.
A operadora de turismo e companhia aérea XL - uma das maiores da Grã-Bretanha - faliu na sexta-feira passada.
Mais de 20 aviões da companhia não puderam decolar e cerca de 85 mil passageiros britânicos não conseguiram voltar para casa de destinos turísticos como Espanha, Egito, Grécia e Caribe.
Bruce Dickinson é funcionário da Astraeus Airline, uma das companhias que ajudou na volta dos turistas que tinham bilhetes da XL.
Na sexta-feira passada, o astro do rock pilotou o Boeing 757 da cidade egípcia de Sharm el-Sheik para o aeroporto de Gatwick, em Londres. No sábado, ele voou da ilha grega de Kos para o mesmo aeroporto em Londres.
Nas duas ocasiões, os vôos estavam lotados com 221 passageiros - todos turistas que haviam comprado pacotes da XL.
Dickinson trabalha há oito anos como piloto da Astraeus, uma empresa que aluga aviões e funcionários para outras companhias aéreas, como a British Airways.
O porta-voz da Astraeus disse à BBC Brasil que Dickinson estava de folga nos dois dias, mas as cancelou para ajudar os turistas britânicos.
Para conciliar sua atividade de piloto com a de vocalista, Dickinson tira férias e licenças especiais da Astraeus. O Iron Maiden, formado nos anos 70, é uma das maiores bandas de heavy metal do mundo.
O vocalista do grupo de rock Iron Maiden, Bruce Dickinson, pilotou dois aviões que trouxeram turistas britânicos de volta para casa no final de semana, depois que uma companhia aérea faliu e deixou centenas de passageiros sem vôo.
A operadora de turismo e companhia aérea XL - uma das maiores da Grã-Bretanha - faliu na sexta-feira passada.
Mais de 20 aviões da companhia não puderam decolar e cerca de 85 mil passageiros britânicos não conseguiram voltar para casa de destinos turísticos como Espanha, Egito, Grécia e Caribe.
Bruce Dickinson é funcionário da Astraeus Airline, uma das companhias que ajudou na volta dos turistas que tinham bilhetes da XL.
Na sexta-feira passada, o astro do rock pilotou o Boeing 757 da cidade egípcia de Sharm el-Sheik para o aeroporto de Gatwick, em Londres. No sábado, ele voou da ilha grega de Kos para o mesmo aeroporto em Londres.
Nas duas ocasiões, os vôos estavam lotados com 221 passageiros - todos turistas que haviam comprado pacotes da XL.
Dickinson trabalha há oito anos como piloto da Astraeus, uma empresa que aluga aviões e funcionários para outras companhias aéreas, como a British Airways.
O porta-voz da Astraeus disse à BBC Brasil que Dickinson estava de folga nos dois dias, mas as cancelou para ajudar os turistas britânicos.
Para conciliar sua atividade de piloto com a de vocalista, Dickinson tira férias e licenças especiais da Astraeus. O Iron Maiden, formado nos anos 70, é uma das maiores bandas de heavy metal do mundo.
sábado, 13 de setembro de 2008
Bandeirão da EMBAIXADA TRICOLOR RIO estará no Morumbi!
Apesar de não valer o título, nem tampouco o topo da tabela, o jogo contra as bonecas terá uma importância a mais para os são-paulinos cariocas. Nomeados como primeira Embaixada Tricolor do Brasil, a torcida “São-Paulinos no Rio” criada pelos cariocas e torcedores do São Paulo que moram na cidade maravilhosa, levará pela primeira vez ao Morumbi o bandeirão oficial do grupo, que teve sua estréia no Maracanã, no jogo contra o Fluminense pelo returno do Brasileiro.Com 18 x 16 metros, o bandeirão (similar a figura acima) será um dos destaques do pessoal do Rio que virá prestigiar o jogo. É mais uma prova que o torcedor do Maior do Mundo não tem mais logradouro em São Paulo. O torcedor do São Paulo se encontra em todos os lugares do Brasil e do exterior.
Rodrigo Marques, embaixador do São Paulo no Rio, explica que a chegada do bandeirão será impactante. “Vamos nos unir aos tricolores de São Paulo e comemorar mais uma vitória do nosso tricolor” - disse ele para o blogueiro.
Você, torcedor carioca do São Paulo, pode participar da Embaixada entrando no site http://saopaulinosnorio.blogspot.com/
Parabéns pela grande iniciativa, Rodrigo!
Exemplo de resenha
Professor desvenda segredos do Kylux
Bruno Sonnino disseca o novo pacote de programação feito para Linux
Mal foi lançado, fez um sucesso enorme. Essa é a história de Kylix - Delphi para Linux. O livro aborda o pacote de programação Kylix, que é a versão para Linux do consagrado ambiente de desenvolvimento Delphi. O autor é Bruno Sonnino, professor universitário e desenvolvedor com bastante experiência no assunto.
Delphi para Linux inicia com um histórico do sistema. Explica o que é Linux, dá motivos para utilizá-lo e aborda o desenvolvimento do Kernel (grupo de programas que formam o núcleo do sistema). Também esclarece o que é GNU e software livre, entre outros assuntos.
As interfaces gráficas, como o FVWM, FVWM95 AfterStep, Enlighment, WindowMaker e mesmo ambientes mais completos (que incluem aplicativos) como o KDE e o Gnome não deixaram de ser analisados pelo autor.
Por ser o Kylix uma ferramenta de programação orientada a objetos, Sonnino inclui uma pequena comparação entre esta e algumas outras filosofias de programação (entre as quais a antiga “espaguete” e a estruturada). Além disso, revisa conceitos de programação orientada a objeto (OOP).
Só depois o livro chega à estrutura da linguagem Pascal, na qual o Kylix é baseado. Tudo muito prático, sintético e sempre ilustrado com exemplos.
Animação gráfica – O capítulo Criando Programas, por exemplo, explora o ambiente de desenvolvimento e suas ferramentas utilizando alguns dos componentes básicos do Kylix. Nesta tarefa são mostrados assuntos como criação e alteração de componentes, entrada de dados e algo sobre animação gráfica.
Além dos exercícios, o CD do livro traz o Conectiva Linux 6.0. Mas é necessário que o usuário tenha o Kylix.
Um assunto importante que é tratado extensamente é o acesso a dados. O autor oferece um histórico da SQL (Structure Query Language), padrão para acesso a banco de dados.
Para a integração com banco de dados (por enquanto mais fácil com Interbase, Oracle, DB/2 e My Sql) o autor analisa o DBExpress, uma nova solução que substitui com vantagens o BDE (Borland Database Engine) utilizado pelo Delphi para Windows.
Um assunto que ainda causa bastante incerteza é a migração de aplicações do Windows para Linux e vice-versa. Sonnino decidiu abordar o tema em um capítulo exclusivo.
O processo de conversão de aplicações do Windows para Linux (na atual versão do Delphi) pode se tornar complexo, o que exige experiência do desenvolvedor. Kylix - Delphi para Linux é um bom livro. Seu maior mérito está em abordar um assunto bastante novo – e, como era de se esperar, muito procurado.
Bruno Sonnino disseca o novo pacote de programação feito para Linux
Mal foi lançado, fez um sucesso enorme. Essa é a história de Kylix - Delphi para Linux. O livro aborda o pacote de programação Kylix, que é a versão para Linux do consagrado ambiente de desenvolvimento Delphi. O autor é Bruno Sonnino, professor universitário e desenvolvedor com bastante experiência no assunto.
Delphi para Linux inicia com um histórico do sistema. Explica o que é Linux, dá motivos para utilizá-lo e aborda o desenvolvimento do Kernel (grupo de programas que formam o núcleo do sistema). Também esclarece o que é GNU e software livre, entre outros assuntos.
As interfaces gráficas, como o FVWM, FVWM95 AfterStep, Enlighment, WindowMaker e mesmo ambientes mais completos (que incluem aplicativos) como o KDE e o Gnome não deixaram de ser analisados pelo autor.
Por ser o Kylix uma ferramenta de programação orientada a objetos, Sonnino inclui uma pequena comparação entre esta e algumas outras filosofias de programação (entre as quais a antiga “espaguete” e a estruturada). Além disso, revisa conceitos de programação orientada a objeto (OOP).
Só depois o livro chega à estrutura da linguagem Pascal, na qual o Kylix é baseado. Tudo muito prático, sintético e sempre ilustrado com exemplos.
Animação gráfica – O capítulo Criando Programas, por exemplo, explora o ambiente de desenvolvimento e suas ferramentas utilizando alguns dos componentes básicos do Kylix. Nesta tarefa são mostrados assuntos como criação e alteração de componentes, entrada de dados e algo sobre animação gráfica.
Além dos exercícios, o CD do livro traz o Conectiva Linux 6.0. Mas é necessário que o usuário tenha o Kylix.
Um assunto importante que é tratado extensamente é o acesso a dados. O autor oferece um histórico da SQL (Structure Query Language), padrão para acesso a banco de dados.
Para a integração com banco de dados (por enquanto mais fácil com Interbase, Oracle, DB/2 e My Sql) o autor analisa o DBExpress, uma nova solução que substitui com vantagens o BDE (Borland Database Engine) utilizado pelo Delphi para Windows.
Um assunto que ainda causa bastante incerteza é a migração de aplicações do Windows para Linux e vice-versa. Sonnino decidiu abordar o tema em um capítulo exclusivo.
O processo de conversão de aplicações do Windows para Linux (na atual versão do Delphi) pode se tornar complexo, o que exige experiência do desenvolvedor. Kylix - Delphi para Linux é um bom livro. Seu maior mérito está em abordar um assunto bastante novo – e, como era de se esperar, muito procurado.
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